Capítulo 32: A Primeira Guerra Nunca me importei com o que desconhecidos pensavam de mim. Cresci ouvindo vizinha falar que minha mãe estava doente porque não cuidava da casa, ouvi chefe dizer que eu era lenta na limpeza, ouvi gente na faculdade dizer que eu nunca ia sair do interior. Eu aprendi a deixar o barulho passar. Mas daquela vez era diferente. Porque não era sobre mim ser pobre, ou lenta, ou do interior. Era sobre quem eu estava tentando me tornar depois de tudo que vivi na cobertura. Isabella não atacou apenas o meu nome. Ela atacou a mulher que eu estava me tornando ao lado do Ares. A mulher que escolheu ficar, que sentou na mesa, que disse que seria rainha e não enfeite. Ela quis me reduzir de novo à faxineira interesseira. Respirei fundo e peguei o celular que Viktor estend

