Capítulo 8

1049 Words

Polly Ele segura meu braço, puxa meu corpo na direção dele, tentando colar o peito no meu, o rosto próximo ao meu, o hálito quente e alcoólico batendo na minha pele. A mão livre tenta alcançar minha nuca. — Anda, para de frescura — ele fala. — Um beijo não vai matar você. Eu não dou tempo para ele completar o movimento. Minha perna sobe com precisão aprendida em aulas de defesa pessoal e prática na vida real. Eu acerto o meio das pernas dele com força suficiente para fazer o ar desaparecer do peito do sujeito. Ele solta um gemido estranho, misto de surpresa e dor, e cai de joelhos no chão, as mãos instintivamente protegendo a área atingida. Antes que ele consiga recuperar o fôlego, eu abaixo e, com a mesma mão que seguro a câmera o dia inteiro, acerto um soco bem calculado na lateral

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