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Nightingale

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intro-logo
Blurb

Há uma ligação enterna, uma ligando que até mesmos os deuses não tem poder de intervir, a ligação de parceiria entre licans.

Apaixonada por um humano, Selene vai ter que lutar contra seus instintos para recusar a parceiria com o Alfa Supremo.

Com uma guerra nas mãos e o coração de sua amada nas mãos de um humano, Drakon terá que reconquistar o seu império e marcar seu nome no coração de sua Luna.

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Um
Eu tinha chegado, milagrosamente, no ápice, mas ao contrário de Will, que está ofegante e trêmulo em cima de mim, estou ainda desejosa demais. Culpo esse desejo insaciável entre as minhas pernas a lua, não a minha deusa, mas o poder da lua cheia sobre os Licans. Licans, pode parecer estranho a ideia de que agora humanos e Licans — humanos com o gene lobo, que podem se transformar quando quiserem e sofrem influencia das fases da lua — possam conviver em harmonia. Ou quase. Ha muito tempo atrás meu povo foi caçado e mutilado pelos humanos, mas depois da ascenção do nosso Alfa, tudo mudou e hoje temos os nosso próprio território e nossa liberdade. — Você nem suou — falou Will, irritado. Eu já esperava, a ideia de que ele é incompatível comigo, ou melhor, com o meu corpo o deixa frustado desde que descobriu. — Não significa que eu não tenha gostado — ergui a cabeça e o beijei. Mas se eu pudesse dizer a verdade, se eu pudesse falar que é tão morno que eu posso dormir enquanto ele entra dentro de mim, que o orgasmo que ele me proporciona parecem cócegas e não a avalanche que minhas amigas contam... Eu não vou machuca-lo. Eu gosto demais de Will para fazer isso Me apaixonei por um humano, é responsabilidade minha o que acontece depois. — Eu tenho que ir — puxei a calça até a cintura e fechei o botão —, minha mãe quer que eu ajude na organização da festa do Alfa — expliquei a ele, mesmo que eu não devesse dizer que o Alfa está vindo para a cidade. — O Alfa vai estar na cidade? Então é por isso que meu pai está reunindo as tropas — franzi o cenho para Will. O pai de Will é o que chamamos de caçador, mas para os humanos eles são os mediadores, homens que falam controlar as "bestas", quando matam com qualquer desculpa. Um dos motivos para meu relacionamento com Will ainda ser segredo. — Seu pai vai se meter em confusão, o Alfa não é um Lican qualquer — olhei para ele por cima do ombro —, não o deixe sair na lua minguante, Will. — Eu sei — o loiro passou as mãos no cabelo —, te vejo amanhã? — Claro. Pulei a janela, e corri, corri e corri até os muros de Heaven Wood, o condomínio só para Licans da cidade, e onde eu moro. As palavras de Will martelavam minha mente. "Meu pai esta reunindo as tropas." . Então eles sabem da chegada do Alfa, e provavelmente vão fazer alguma emboscada para pegá-lo e se eles pegarem o Alfa, estaremos ferrados. Minha mãe me puxa pelo braço quando entro no nosso pequeno restaurante. Esta lotado, e eu devia ter vindo ajudar. Ah, lá vem a bronca. — Coloquei o avental, está uma loucura aqui — ela me jogou o avental de cor azul bebê e se mexeu no balcão. Oi? Onde está o sermão de ter chegado tarde? — O que foi? Aconteceu alguma coisa? — perguntei. Pois em hipótese alguma minha mãe iria ficar sem puxar minha atenção e minhas orelhas, então tem algo acontecendo. — Depois conversamos, agora — ela colocou uma bandeja com um enorme prato ensopado de cervo —, leve isso para a mesa sete. Troy , um guarda do condomínio, está me olhando com os olhos cerrados enquanto eu passo por entre as mesas. Ele tinha me visto pular o muro do condomínio a duas noites, pois ele mesmo não me deixou sair dizendo ser arriscado demais para uma menina está de madrugada no território dos humanos. Ele com certeza é um problema. Ele com certeza vai falar com meus pais. E se ele já falou? O que minha mãe quer conversar comigo? Adeus Will, adeus liberdade. Estou ferrada. Trabalhei em meio as comemorações e diversões do nossos amigo. Todos estão animados pela chegada do Alfa em uma semana e tudo tem ficado festivo demais. Até para mim, estou radiante por finalmente poder ver o nosso salvador. Poder cantar para ele... Ah, que vergonha. Eu vou cantar para o Alfa e para todo o condomínio. Tem como eu ficar mais vermelha? Depois do expediente, ou melhor, depois do último cliente ir embora, estou exausta e faminta. Minha mãe e meu pai, trazem uma enorme bandeja até a mesa em que eu me sentei, e o cheiro me faz salivar. Meus pais se sentam comigo, e todos nós servimos com carne de porco assada e vagens salteadas. — Filha — minha mãe inicia —, nos temos uma coisa para contar a você. Engulo a comida em minha boca. Vamos lá, seja o que a deusa quiser. — O que foi? O Troy veio encher o saco de vocês? — meu pai franzio o cenho. Ele me conhece como a palma da mão. — Não é isso — falou minha mãe, olhado de mim para meu pai ao lado dela —, teve um assassinato, Olie, acho que você conhece ele, o corpo dele foi encontrado no território humano. — Ele foi decapitado — meu pai falou, sem filtro algum. — Pela deusa, que coisa horrível. — Então, filha, eu e seu pai conversámos e chegamos a conclusão de que você não vai mais poder ir para a escola da cidade — o que? Nem fodendo. — Não mesmo, eu gosto de lá — gosto dos meus amigo, e de poder namorar escondido. — Não podemos fazer nada, Sam quer por um toque de recolher e vai limitar as saídas do condomínio — meu pai suspirou —, eu sei que você gosta de correr na floresta, mas não dá, não mais. Os humanos estão alimentando raiva, raiva demais e já faz tempo. Não podemos arriscar você lá. — Mas...eu tenho... Eu sei que não vou conseguir mudar o pensamento deles, por simplesmente eu não precisar ir para a escola. Eu sou imortal, e uma adolescente, posso muito bem terminar meus estudos em outro ano e eles sabem disso, sabem que os únicos motivos de eu gostar de lá são os meus amigos humanos. — Tudo bem — mas não está nada bem. Não quero desistir disso. Olie, o homem de cinquenta anos, que entraga leite, que tem os cabelos cor de cobre e o rosto sardento, morreu. Morto por um humano e isso não me surpreende. Meus pais tem razão, por mais que eu queira continuar indo para a escola — e provavelmente vou acabar indo de qualquer jeito —, as coisas estão mudando, estão tomando um caminho cheio de raiva e destruição. Eu só peço a deusa que os tempos antigos não voltem.

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