A lua estava quase cheia. O ceu noturno tinha milhoes de estrelas em sua tela. Sem nuvens ou sinal de chuva. Desci para o subsolo na calada da noite. Meus pés batiam contra os degraus frios da escada, emitindo um "tum" seco. O corredor estava escuro, iluminado apenas por duas lamparinas, o que deixava o calabouço sombrio. Minha sobra era gigantesca na parede lateral, um forma magricela cujos cabelos estão amarrados em um r**o de cavalo. Na terceira cela, Will estava sentado contra o concreto. O corpo encontrado contra a parede parecia sem energia, sem vontade de viver. — Will. Chamei. Ele não se moveu. — William Prescott! — minha voz saiu um sussurro esganiçado, mas foi então que ele virou o rosto para mim. Passei a vasilha az escura pela grade e estendi para ele. — Pegue. Ele

