— Eu disse para você ficar quieto! — berrei para Drakon, que tinha insistido em mexer na bolsinha com os primeiros socorros que eu havia deixado sob a cama. Ele chegou em casa todo surrado, com arranhões feito por garras nas costas e peito. O cheiro de sangue e suor está forte nele. A blusa estava so os pedaços quando eu a retirei dele. — Se sente — ordenei, sem espaço pqra recusos. Ele se sentou na cama, com um sorrisinho nos lábios —, como foi, exatamente, que você acabou assim? Molhei a gase no tônico, que deixou o tecido branco amarelado com um toque gelado. — Quer a versão curta, ou a cheia de sangue e tripas? — levei o pano a testa dele, onde um corte atravessava desde o início do couro cabeludo até a sobrancelha. Ele fez uma careta quando toquei a ferida e o tônico ardeu sua p

