Drakon pressiona meu corpo contra o sofá, sua boca está ávida na minha,desejosa, me buscando e me provando como se fosse incapaz de se manter longe. Minha barriga é um obstáculos, como se fosse uma barreira entre nós, então para que ele consiga me penetrar sem me machucar, Drakon elevou minhas pernas aos próprios ombros, as segurando enquanto se enterra em mim. Cada vez mais fundo,cada vez menos irracional. Os movimentos dele são iregulares, espasmotico, como se estivesse lutanto contra a própria liberação. As estrelas e os pontos luminosos vieram ao mesmo tempo que o colapso nervoso. A onda de prazer me fez gemer alto e berrar, talvez eu tenha gritado, o nome de Drakon, mas ele não se deu por vencido. Os movimentos dele continuaram até que ele berrou, a cabeca pendeu para trás e o corpo

