— Não, ela tem um pouco de medo de mim, mas gosta muito de mim. Ele retruca, não gostando da conversa. — E é exatamente isso que eu quero, não quero que ela tenha medo de ninguém. Não quero que ela seja condescendente, insegura, excessivamente gentil ou que sinta que precisa ser boa para que os outros gostem dela e a notem. Quero que ela se sinta confiante e não se preocupe demais com as opiniões dos outros. — Ela é um ser humano, não um computador cujo software vou alterar. Todos nós carregamos personalidades que são formadas nos primeiros cinco anos, não posso simplesmente mudá-las e tirar algo que está enraizado no seu ser. — Você é supostamente a melhor, e quero que você prove isso. Ele ordena, virando-se para olhar a especialista com raiva e firmeza. — Você tem três meses para me mo

