Um ano depois. CAROLINE. — Sai da cama, estou entediado e quero fazer alguma coisa. Ângelo me irrita no meu momento de paz e eu vejo isso como algo rui*m. Não estou com vontade de fazer nada. Não tenho tempo suficiente para isso. Todo o tempo que tenho eu me dedico ao psiquiatra, às caminhadas da manhã e da tarde, aos exercícios e às caminhadas para ver todas as coisas bonitas da cidade onde moramos. Como se eu não a conhecesse há anos. Ele espera que eu me mova, e eu o faço, mas me afasto para que ele possa se deitar ao meu lado enquanto estendo a mão para pegar o controle remoto da TV para colocar um filme. Ele me olha sem emoção pela ideia que ofereço, em silêncio. Mas minha vontade de fazer algo é diferente da dele, e isso se reflete quando entro na plataforma que mostra uma estre

