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Hello My Thirty

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Blurb

O livro se passa em 2022, onde Alessia tem alguns problemas no passado que a faz ter raiva de si própria e se rebaixar diante de qualquer coisa que pareça melhor do que ela.

Após conhecer uma senhora em um asilo antigo de Roma, Alessia decide mudar de vida e encarar seus problemas de frente.

Essa é uma história de auto-aceitação e a busca pelo amor próprio.

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Introdução
Era estranho observar aquela entrada. Um asilo não era bem o trabalho comunitário que eu estava procurando mas... Segundo Carla, isso iria me fazer bem, conhecer pessoas novas -talvez não tão novas- iria me fazer bem e quem sabe me tornaria mais confiante, ou as vezes, não faria nada disso e eu ainda me sentiria o peso que sou. A entrada era monocromática, o branco se destacava em tudo, as portas se abriam com o movimento e logo dentro do asilo era a mesma monocromia de antes. Os enfermeiros andavam por aí com suas máscaras em rostos e suas pranchetas embaixo dos braços, seus uniformes também eram brancos. Andei um pouco mais a frente e conversei com uma das enfermeiras, a mesma me assegurou de que eu era bem vinda ali e que todos se sentiriam felizes com minha presença, as vezes pode ser bom. ___Você pode conversar com vários deles, mas se gostar de algum deles em especial, é só preencher está prancheta com o seu nome e o nome do paciente. Muitos deles tendem a gostar das pessoas e gostam de ter encontros pessoais sozinhos. --Passei os olhos pelo papel concordando sem saber o que dizer. ___Por ali. O caminho também era monocromático, era tanto branco que se me colocassem nas nuvens eu acharia que estava em um asilo. Mas as coisas mudaram assim que cheguei em uma sala, vários idosos estavam em suas cadeiras com vários jogos: xadrez, damas, bingo e todos os outros tipos de jogos que senhores e senhoras de idade gostam. Alguns conversavam gritando devido a surdez moderada que os mesmo tinham, eu não me aguentava e ria comigo mesma. Me aproximei de algum deles e já fui muito bem recebida, me chamavam para brincar, jogar bingo e alguns ainda me chamavam para dançar, era divertido estar ali, com todos eles, mas nem todos naquela sala estavam se divertindo. Aquela senhora estava com uma cara séria, suas roupas eram nem um pouco igual as saias enormes que as mulheres usavam, ao contrário, ela usava um vestido vermelho elegante, um óculos escuro escondia seus olhos e a mesma lia um livro. Com um pouco de receio me aproximei dela. ___Eh... Bom dia? --A mesma me encara sem expressões. ___Eu sou, Alessia Splinter, qual seu nome, senhora? ___Senhora é a velha da tua mãe, eu sou uma madame. --Um pouco nervosa concordei. ___Meu nome é Carmen William. Você não acha que deveria estar se divertindo ao invés de perder seu tempo aqui nesse inferno? --A senhora fala observando os vários idosos se divertindo. ___Mas eu estou me divertindo... --A senhora ri e coloca a mão em sua cabeça lamentando. ___Ah, por favor. Está na sua cara que você só quer ir para casa. Você deveria começar a ser mais sincera com você mesma e parar de se auto enganar, isso só vai te deixar cada vez pior e mais velha. Uma jovem bonita deveria se preocupar em arranjar homens bonitos, ou mulheres bonitas. --A senhora toma o gole de alguma bebida que eu tinha a impressão de não ser um simples suco de uva. ___Mas... --A senhora da um gole em seu "suco de uva" e depois coloca o dedo indicador em meus lábios. ___Mas nada, de agora em diante me chame de madame William. E pelo amor de Deus, me deixe te ensinar a viver! Onde já se Viu uma mulher nessa idade, bonita e sexy desse jeito não estar indo em baladas, mas em asilos? Esse mundo tá perdido, os jovens são o futuro é uma ova! --A senhora reclamava enquanto colocava seu suco em uma mesa ao lado. ___Ah... Certo. --A senhora observa os papéis em minha mão. ___Primeiro, venha me visitar sempre que estiver com problemas e precisar conversar. Segundo, segundas e quartas feiras, venha me ver por pelo menos meia hora de maneira obrigatória! --Concordei com a senhora de postura reta a minha frente e ela abriu um sorriso sem mostrar os dentes. ___Otimo, Alessia, né? --Concordei mais uma vez. ___Vamos ser grandes amigas! --A senhora estende as mãos e eu aperto elas.

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