Pantera narrando Acordei com a costela queimando e a paciência zerada. Ayla não respondeu p***a nenhuma desde ontem. Nem um ok, nem um vai se tratar, nem um emoji torto. Nada. Vácuo. E se tem uma parada que eu não aceito de ninguém nesse morro… é vácuo. Ainda mais dela. Levanto, jogo uma camisa por cima do curativo e chamo o Magrin na porta. — Fala, chefe? — Bora descer pro posto. — digo já andando. — A Ayla tá achando que pode me ignorar. Ele arregala o olho, mas não fala nada. Sabe que, quando eu boto uma coisa na cabeça, nem bala traçada tira. O caminho até o posto é tranquilo pra mim, pro resto do mundo, é silêncio de medo. Os vapor abre espaço, morador baixa o olhar. Eu passo reto, focado. Minha cabeça tá fervendo. Ayla toda nervosinha, tremendo perto de mim ontem… e do nada re

