Proibida pra uns, liberada pra outros.

1317 Words

Mari narrando Sábado. O dia do bendito baile. Eu acordei com a sensação de que ia ser testemunha ocular de alguma novela mexicana, só que versão morro, com direito a traficante possessivo, fofoca venenosa e minha melhor amiga no meio do furacão. Arrumei meu cabelo, passei um gloss bonito, porque autoestima é importante, mesmo indo pra área de risco, botei um short confortável e uma blusinha simples. Nada chamativo demais. — É só a casa da Ayla, Mari — murmurei pra mim mesma enquanto me olhava no espelho. — Não é como se você fosse pra uma rave em Dubai. Mas, por algum motivo, meu coração estava pulando no peito. Talvez porque eu nunca tinha subido o Morro do Cruzeiro sozinha. Talvez porque Ayla falou que a vibe tava estranha. Ou porque… bom… o baile ia rolar. E onde tem festa grande,

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