Continuamos nos beijando, até que o ar nos faltou, nos separamos por alguns segundos e ficamos ainda abraçados, sentindo a presença um do outro.
— Será que é muito cedo para eu dizer que te amo?
— Não, porque eu te amo. — Digo enquanto faço um carinho em sua cintura
— Você não sabe o quanto eu sonhei estar assim com você. — Ela fala fazendo uma carícia no meu rosto.
— Não precisa sonhar mais, agora sou exclusivamente seu. — Ela volta a me beijar e eu correspondi na mesma intensidade, fomos andando até a cama, onde eu jogo ela delicadamente, e começo a tirar sua jaqueta enquanto deixo beijos por seu pescoço, fazendo ela gemer com a cabeça jogada pra trás, depois que ela está livre das peças de roupas, mudamos de posição e ela tira minha camiseta e começa a beijar e deixar algumas mordidas de leve, enquanto rebolava no meu colo deixando meu amiguinho bem disposto, e sabendo que não ia me controlar por muito tempo, eu falo.
— Ayla?— chamo ela de olhos fechados
— Hum. — Ela responde ainda me torturando com seus movimentos
— Eu acho melhor a gente parar por aqui! — digo um pouco ofegante e ela para com o que estava fazendo e me olha com um olhar provocativo.
— Você está brincando né?
— Não!
— Então o que é? Estou fazendo algo de errado ou não estou te agradando?
— Não é isso Ayla. Você é muito gostosa e eu estou louco para fazer amor com você, não vou mentir. Você é como se fosse a faísca que acende todo meu corpo em um piscar de olhos, você nem imagina o quanto eu estou me segurando para não te possuir aqui e agora. — Falo mordendo os lábios e cheirando o seu pescoço
— Então me mostre o quanto você me deseja. — Ela segura em meus cabelos e puxa minha cabeça em direção a sua boca, onde iniciamos mais um beijo alucinante. Mudo as posições mais uma vez, e ela fica por baixo, onde em um piscar de olhos tiramos nossas roupas, fico no meio de suas pernas e quando ia penetrar, ela me para com a mão em meu peito.
— Espera.
— O que foi?
— A camisinha — Abri a gaveta ao lado da cama e pego a camisinha e ela coloca em mim. Enquanto eu a beijo invadindo-a com estocadas lentas e profundas, fazendo ela gemer no meu ouvido, ela arranhava minhas costas com suas mãos, e depois de uns bons minutos nos amando, chegamos ao clímax juntos. Saio de dentro dela, tiro a camisinha do meu m****o, dou um nó e jogo no chão, e caio exausto em cima da cama ofegante ao lado de Ayla que está igualmente a mim, com os olhos fechados.
— Você é incrível, meu amor. — Falo beijando o canto dos seus lábios
— Obrigada por essa noite especial que você está me proporcionando. Obrigada por ter sido tão gentil comigo.
— Sempre, meu amor. Agora vamos tomar um relaxante banho de banheira.
— Vamos sim, eu topo.
Levanto da cama e ajudo Ayla a fazer o mesmo que eu. Vou para o banheiro e coloco a banheira pra encher e Ayla trocou os lençóis da cama. E depois ela veio em minha direção, logo depois entramos na banheira e ficamos nos curtindo mais um pouco, e tivemos uma rapidinha na banheira e depois voltamos para a cama. Nos trocamos e nos deitamos na cama, onde dormimos logo em seguida.
No dia seguinte, acordo primeiro que Ayla e a vejo dormindo deitada no meu peito, fico lhe admirando por alguns segundos, e faço um carinho em seu rosto.
— Não sei o que você fez comigo para me deixar assim louco por você garota. — Falo sorrindo para mim mesmo. Deixo um beijo em sua testa e me levanto da cama com cuidado para ela não acordar, e vou para o banheiro onde faço minha higiene pessoal. Visto uma calça moletom cinza e uma regata e depois vou para o andar de baixo onde começo a preparar um caprichado café da manhã para quando ela acordar. E quando estava terminando de pôr a jarra de suco sobre a mesa, sinto braços rodearem a minha cintura por trás.
— Bom dia, vida! — Ela diz enquanto deixa um beijo em meu pescoço
— Bom dia, meu anjo! — respondo me virando para ela e deixo um beijo em seus lábios.
— O que você fez para o café da manhã? Estou faminta. — Ela fala se afastando de mim e se senta na cadeira na mesa
— Espero que você goste. Fiz panqueca, bacon com ovos mexidos, tem bolo, torta de chocolate, suco de laranja, café. Ah, a cobertura para comer com a panqueca, tem de mel, e frutas vermelhas. Além de salada de fruta.
— Uau! Só comidas gostosas, desse jeito vou ter que casar com você. — Ela fala sorrindo e começa a se servir com as panquecas, eu pego uma xícara de café e bebo enquanto comia com uma fatia de bolo.
— Você vai trabalhar hoje? — Ayla me perguntou tomando um pouco do suco de laranja
— Não, hoje vou marcar um horário com o meu advogado para falarmos sobre a audiência que meu pai abriu. — Falo revirando os olhos
— Como assim?
— Ele não aceita que meu avô deixou a empresa para mim, e quer a empresa a todo custo. Dessa vez ele achou melhor ir brigar na justiça.
— Nossa, eu não sabia disso. Você acha que ele tem chances de ganhar?
— Não. Ele pode até levar adiante o processo, mas ganhar não. Porque eu tenho todas as provas legítimas de que meu avô deixou 80% da empresa para mim.
— Eu não sei nem o que dizer em uma situação dessa viu
— Não precisa dizer nada, basta você ficar do meu lado. — Digo pegando em sua mão em cima da mesa e deixo um beijo ali
— Sempre. — Responde ela, terminamos de tomar nosso café enquanto falávamos sobre a relação com os nossos pais e depois ela me ajudou a lavar a louça. Terminamos e fomos para o quarto, onde ela começou a tirar a roupa para se trocar, já que ela estava vestida em uma camisa minha que ficava parecendo mais com um vestido, e eu fiquei na porta observando os seus movimentos, enquanto mordo meu lábio inferior lembrando da noite maravilhosa que tivemos.