— Não é tão simples como você pensa... — Você tinha medo de que eu me aproximasse de você por interesse? Ou que eu te processasse por ter me derrubado e quisesse te arrancar uma bela grana? – de repente percebo que estou praticamente gritando — Você me acha uma interesseira? – Tento me levantar, mas ele me segura pelo braço e me força a sentar. — Está louca? Você nem bebeu ainda e está delirando! Cala essa maldita boca linda, senta bem quietinha aí e me escuta! – Ordena com voz de comando. — Você não manda em mim! – Rosno. Ele passa os dedos entre os cabelos e fecha os olhos, depois segura minhas duas mãos e me pede – Ok, me desculpe? Por favor, me ouça. O garçom nos serve e, antes que ele saísse, eu já tomei metade da minha bebida. O uísque desce amargo e queimando. Eca, isto é forte

