“Eu não sei senão amar-te, Nasci para te querer. Ó quem me dera beijar-te, E beijar-te até morrer.” – Fernando Pessoa Athos e eu nos arrastamos pela parede, e ele encontra um apoio, com a força de apenas um braço me joga em cima do objeto. Eu luto com ele e tento de todas as formas desvencilhar-me de seu beijo, mas sua força é muitas vezes maior que a minha. Athos segura minha mandíbula com uma mão para que eu não fuja de seu beijo. Sua língua é mais exigente que de todas as outras vezes, invade minha boca com dureza e sem nenhum pudor. Empurro seu corpo sem sucesso; ele joga o seu peso sobre mim, com as mãos eu começo a socá-lo descontroladamente, batendo em seu peito, braços, mas ele não se afasta e, quanto mais eu meço força com ele, mais agressivo seu beijo se torna. Apelo

