Pedaço de Pano

1428 Words
VT Chego no bailão como sempre muito bem trajado, com uma calça da Armani, cordãozão de ouro no pescoço, trenzinho rasteira, camisa polo, boné na cabeça de putão* e aquela essência importada estilo bate-bola que não sai mais do nariz, tá ligado? Entro na quadra e já vem vários guerreiros me cumprimentar, as putas já querendo pular em cima de mim, outras fica só me escotando de longe. Dia normal de baile! Subo pro camarote com a minha tropa, e de cara vejo a Sara rebolando* com um micro shorts no r**o*. Mano, nem sei se posso chama essa p***a* de shorts mermão, parece mais um pedaço de pano que ela tacou no corpo. Já começo a ficar logo nervoso, vários p*u* no cu* babando na minha piveta p***a*, alá. - Ôôô filha da p**a*, tão de mancada c*****o*? Tão olhando o que aqui p***a*?_ já entro alucinado, e na mesma hora geral vira a cara para outro lado.- bando de cuzão* do c*****o*.- falo cheio de ódio*. - Alá, começou a palhaçada*._ a Sara fala torcendo o bico* quando ver minha cara de bolado*. - Palhaçada* é esse meio palmo de pano que tu ta no corpo, isso e roupa de mina de família garota?_ falo de braços cruzados encarando ela serião. - Aí meu saco*, deixa de neurose garoto perturbado*, o short nem está tão curto assim euhem, para de neurose, e vai procurar uma mulher vai._ ela faz pouco caso no bagulho, e eu fico encarando ela balançando a cabeça. Essa menor me tira do sério, namoralzinha mermo, mais como não gosto de caô no meu baile, resolvo deixar pra fala com ela depois. - Abuso._ resmungo de r**o* de olho pra ela, ela manda língua pra mim, e continua dançando despreocupada. Quando começo a reparar melhor no camarote, olho pro lado dela e vejo a Manuelly, aquela novinha que eu vi mais cedo. Ela tá rebolando* a b***a* do lado da Isabella, e eu fico hipnotizando. Caralho*, a novinha tá mais gata que antes, e ainda rebola* gostosinho demais viado. Deus me livre, acaba comigo desse jeito. Eu passo na frente dela exalando meu perfume. Ela logo me encara, se espanta quando me reconhece, e por um tempo para de dançar. Eu fico encarando ela de volta, e dou um sorrisinho de canto pra ela. Pode babar delícia, tô querendo provar do que tu tem aí! Mordo o lábio me encostando na grade de frente pra ela, e logo depois ela coloca a mão no joelho mandando um quadradinho filha da p**a*, e eu fico só escotando o showzinho dela. Olho em volta e os caras perecem que vão cair em cima da mina. Geralmente eu nem ligo quando os vapores fica babando por uma mina que eu quero pegar, sei que no final quem come sou eu mermo, então f**a-se* deles ficar de p*u* duro* pela mina. Mas eu tô ficando puto* pra c*****o* com as olhadas que eles dão pra esse bife ai, eles parece que vão atacar ela a qualquer momento, tipo mosca de padaria. Fico olhando ela conversar com as outras mina, e p**a* que pariu mano, essa mina é muito gata. As vezes ela me dá umas olhadas, e eu sustento o olhar dela. Dá em nada não, quero mermo que ela se liga que estou na dela. ... Baile tá gostosinho, geral curtindo na onda, as mina dançando e os cara se balançando com o copão na mão, o baile tá coisa linda. Eu fico observando o movimento do pessoal lá em baixo, e do nada desligam o som, e logo depois começamos ouvir os sons dos tiros. Começa uma gritaria do c*****o*, geral correndo pra lá e pra cá desesperado, e eu pego logo meu radinho pra saber o que está acontecendo. - Que p***a* é essa c*****o*?_ grito na frequência aberta. - Os alemão tá invadindo, é o Naldinho patrão._ grita o vapor do outro lado, e eu já fico em alerta. É hoje que eu mato aquele filho da p**a*. Pego meu fuzil e atravesso nas costa, minhas pistolas uma de cada lado da cintura. Dou as instruções pelo radinho para os meus saldados, e geral já sai na atividade pro confronto. Volto minha atenção pra minha piveta que está me olhando com os olhos cheio de lágrimas, e vou pra perto dela. - Relaxa minha irmã, tá tudo certo._ falo segurando o rosto dela_ MB some com ela daqui, deixa que eu dou conta dessa parada, mas leva minha irmã em segurança pro cofre, to confiando a vida dela em tu parceiro, não me decepciona._ falo pro meu braço direito. - Jae irmão pode crê, sua piveta tá segura, toma cuidado aí e mete bala nesses p*u* no cu* que eu já tô voltando._ ele faz toque comigo na adrenalina. - Fé cria._ faço toque e ele some com as mina pra fora do camarote_ Atividade c*****o*._ grito prós outros soldados e subo pras lages. Vou pulando de casa em casa largando bala nos alemão que vejo pela frente. Descido descer pras vielas e vou beirando os muros dos becos, indo sempre em direção a boca, porque vai ser lá que o filha da p**a* do Naldinho vai me aguardar. Quando vou subindo o morro de cantin, vejo aquela novinha correndo de um lado pro outro. Por que que essa retardada não foi embora? - O garota, tá fazendo o que ai p***a*?_ sussurro pra ela, e ela toma um susto, mas alivia o rosto quando ver que sou eu. - To tentando não morrer, não está vendo?_ ela fala irritada, mas dá pra ver o pânico na cara dela. - Por que não arrumou um lugar pra se esconder?_ pergunto já ficando bolado pelo tempo que tô perdendo aqui com essa conversa de maluco*. - Não sei onde, não conheço nada aqui, tô perdida e me borrando* de medo, não consigo pensar direito._ ela fala tudo rápido com a mão na cabeça, e a voz dela é tão baixa que quase não dá pra entender direito. Eu começo a escutar os inimigos se aproximando, e puxo ela pra dentro do beco pelo braço, encosto ela na parede, e seguro no rosto dela tentando ser calmo o suficiente pra ela prestar atenção no que eu falo, ela me olha com a carinha de desespero mais linda que já vi. Caralho* VT, concentra p***a*. - Presta atenção no que eu vou falar._ falo como se ela fosse uma criança_ eles tão vindo com a intenção de mata nos mermo sem pena, você vai tem que confiar em mim e fazer tudo que eu mandar, jae?_ ela balança a cabeça positivamente várias vezes seguidas toda nervosa. Jae, bora lá. Quando o primeiro p*u no cu bota a cara no beco, toma logo um tirão no meio dá testa, e já cai fedendo no chão. - Corre pra aquele beco ali, rápido._ ela corre com o salto na mão, e eu vou atrás dela atirando nos alemão que vem vindo atrás de nós_ vira aí e entra no buraco* que tem embaixo, rápido bora, bora._ falo nervoso, e ela faz o que eu mando. O buraco* é a nossa toca, um buraco* não muito visível que dá em um esconderijo, temos vários espalhados pelo morro, mas só os de confiança sabe onde elas tão. - Eu estou com muito medo*._ a mina sussurra na minha direção, chorando e se tremendo pra c*****o*. - Eu sei, vai fica tudo bem, só não faz nenhum barulho que eles nem vão perceber nós aqui aqui dentro._ ouvimos várias vapores correndo e os tiros ficando mais altos, sinal que tão bem em cima de nós_ escuta, não sai daqui por nada, quando isso tudo acabar eu volto pra buscar você._ falo colocando ela sentada atrás da mesa que fica os armamentos_ preciso ir, não posso ficar escondido aqui com os meus soldados morrendo* lá fora, tenho que proteger meu morro._ do o papo nela, e a mina chora mais ainda desesperada. - Não, não por favor, não me deixa aqui, por favor não me deixa sozinha aqui, eu vou morrer, eu vou morrer por favor não vai embora._ ela fica toda descontrolada puxando meu braço. - Ôo, aquieta o cu* aí filha._ eu sussurro abaixando na direção dela olhando escaldado pra cima, pra entrada da toca na atividade pra não ser surpreendido por algum filha da p**a*. Se essa p***a* dessa garota ficar gritando nos tá fudido*.
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