Escolhi sua esposa

1398 Words
Alguns anos depois Depois de conclui nossos serviços eu e Andrés voltamos para fazenda a fim de descansar, Martin não foi conosco dessa vez o que me deixou bastante desconfiado, já que normalmente ele não faz isso e gosta bastante de nos controlar, temi pela minha mãe e irmã já que ele sempre foi bastante violento com ela, mas depois que cresci, passei a enfrentá-lo e fizemos um acordo para parar de bater nela, por isso ainda não sair de toda essa merda que é minha vida. - Como foram as coisas? _ pergunta ele sentado em sua cadeira de couro marrom, atrás da mesa do escritório. - Tudo como planejado, ninguém nunca vai desconfiar e nem chegar ao nosso cliente. _ respondo a ele bebendo um pouco do meu whisky enquanto admiro a vista da fazenda, observando uma de nossas empregadas indo em direção ao celeiro, com um vestido florido discreto que pouco valoriza suas curvas sensuais que já tive o prazer de provar. - Fiquei sabendo, aliás não se comenta outra coisa em toda região, vocês exageraram, por isso sempre estou com vocês nessas missões e uma vez que não vou para resolver alguns negócios, vocês colocam tudo em risco com as apostas e brincadeiras de vocês. _ diz enfurecido cuspindo, melando Andres de saliva que está sentado de frente para ele, me seguro para não rir de Andrés e deixar o velho em pior estado. - Você sabe que gosto de deixar minha marca, não sei por que fica sempre tão nervoso, mas o importante que ninguém vai ligar o que fizemos a nós e nem ao nosso cliente. _ digo categórico pondo fim nesse assunto e ele se cala, me deixando espantado, “ele está aprontando algo”. - Hernandez precisamos tratar de outra questão. _ me viro e olho para ele com um olhar interrogativo, com uma das sobrancelhas levantadas. – Seu casamento com... - Meu casamento? Não tenho ninguém em vista, não pretendo me casar tão cedo. _ digo olhando fixamente para ele, já não o suporto mais, só ainda está em minha frente por que minha mãe me fez assim como Andrés, prometer que não o mataríamos. - QUEM VOCÊ PENSA QUE É SEU INSOLENTE, EU AINDA MANDO NA p***a* DESSA FAMILIA, nunca mais me interrompa ou já esqueceu como trato os castigos aqui, para vocês dois, com sua mãe e irmã, será que ela ainda aguenta?_ ele grita impondo sua autoridade sobre nós, apesar de sua idade ele ainda é um homem forte, me calo pois sei que ele é capaz de fazer, temo não por mim mais pela minha mãe e minha irmã. - Prossiga. - Sabia que entenderia rsrsrs, muito bem... providenciei seu casamento com uma bela ninfeta, tenho certeza que vai gostar, ela é filha do nosso vizinho das terras do outro lado do rio, assim vamos aumentar nossa propriedade depois é claro que ele se for... com nossa ajuda é claro kkkk. _ sabia que tinha algo por trás dessa conversa de casamento então ele pretende matar meu futuro sogro,um homem tão bom, trabalhador e pelo que soube é muito justo com todos seus empregados. - Nunca soube que o velho Borneges tinha filhos, sempre soube que comandava a fazenda sozinho, quem é essa mulher? E como conseguiu fazer esse arranjo? _ ainda não estou convencido, sei muito bem quem é meu pai e tenho certeza que tem mais caroço nesse angu. - È verdade ele sempre fez tudo só, um t**o só teve uma filha e hoje ela está uma mulher e tanto, quando a vi era só uma ninfetinha, pois bem desde de que vi era uma pequena ninfetinha, tenho arquitetado esse plano, sempre quis as terras do Borneges, mas ele nunca quis vender, então comecei a fazer umas coisinhas como estragar suas sementes, roubar a carga da sua colheita etc, assim ele foi se endividando para cobrir os gastos e eu comprei sua dívida. Eu dei um prazo a ele para pagar se não tomaria tudo dele, fui esses dias cobrar ele, mas ele não tem o dinheiro claro.rsrs - Então como a filha vai acabar casando-se com o Hernandez? você já tem a fazenda. _ pergunta Andres, mas pelo jeito que ele falou tem mais coisa ainda, conhecemos bem a peça. - Fiz a proposta de a filha dele casar-se com meu filho em troca de parte da dívida, já que seu irmão já passou da idade de ter um herdeiro, mas ele ainda ficou em dúvida, então o pressionei um pouquinho a garota viu e acabou aceitando kkkk. _ ele diz ajeitando o p*u e então percebo que o velho está interessado, mas porque ele vai me dá ela? - O que eu ganho com isso? você já pode tomar posse da fazenda sem precisar me casar e matar o velho, não quero me casar já disse. _digo tentando escapar dessa trama i****a que ele quer me colocar, mas sei que de alguma forma vai me obrigar. - Olha aqui seu moleque não pense por que já está crescido e engrossou a voz, vai poder comigo, sabe bem do que sou capaz e que não tenho medo de você açougueiro, que não vou fazer o que quero com Madalena, ou faz o que eu mando ou vamos ver se ela aguenta o peso do meu braço._diz irônico - Tudo bem, eu me caso quando quiser, mas não moro mais aqui volto para a minha casa, quero f***r a MINHA ninfetinha sem me preocupar em constranger minha mãe e irmã. _ está em minha casa mesmo que seja em nossa propriedade é uma forma de protegê-la dos olhos, não sou um homem bom, só que ainda não achei um jeito de cancelar o cpf desse cara, ele é muito cauteloso e com o passar dos anos essa raposa velha ficou ainda mais esperta. - Nem fudendo, quero vocês debaixo de minhas vistas, respondendo a sua pergunta Andres, tenho uma pequena rixa antiga com Mario Borneges, de qualquer forma ele iria morrer por ter negado a me dar o que eu queria e ter pego o que era meu, agora sua filhinha vai cair nas mãos do açougueiro, não tem vingança melhor rsrsrs. _ele ja ouviu falar da forma que fodo as garotas do puteiro que frequentamos, não que eu as machuque, mas digamos que sou vigoroso e não gosto que me toquem por isso as amarro, não tenho nojo delas só não quero que sintam as minhas cicatrizes causadas pelo velho Santiago. - Tudo bem pai, vai sair tudo como planejado, quando eles se casam? _ Andrés vai falando com ele por que comigo sempre acabamos discutindo e se ele não interferir acabamos nos agredindo. - Semana que vem, como ela já está ciente não tem por que enrolar, já acertei tudo com o padre e ele virá fazer a cerimônia já que sua mãe não abre mão disso, vocês sabem como ela é para essas coisas de religião e nisso não me meto._ ir a igreja foi a forma que minha mãe encontrou de sair um pouco de casa e se ver livre um pouco da opressão em que vive, já que nisso ele não interfere porque fora a igreja ela não pode ir a lugar algum se não acompanhada dele. - Sabemos pai, quando eles vão se conhecer ou o jantar de noivado? - Ela não quer... disse que vai estar aqui para o casamento e não precisa dessas “frescuras” de jantar de noivado, que o mais importante para ela é que deixem o pai em paz, a ninfeta é bem respondona e corajosa kkkk quero que quebre a crista dela ouviu?, mas deixei meu recado que a b****a dela não vale tanto e que eles ainda terão que me pagar uma parte. Fico calado observando o velho falar, ele está bebendo e falando suas merdas como sempre eu e Andres damos corda e vamos enchendo seu copo para que ele tombe mais rápido e não importune nossa mãe, pelo que entendi ele era apaixonado pela mulher que Mário Borneges casou antes que ele chegasse perto da garota e depois o velho comprou as terras além do rio antes dele também, só aumentando o ódio do meu pai por ele, agora ele achou um meio de se vingar e não vai desistir até destruir o velho Borneges.
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