AMERIE:
Antes que eu pudesse dizer uma palavra Klaus vem com toda velocidade, finge esbarrar em Nico derruba a bandeja inteira o chão
—Pai, que merda, eu enfrentei mó fila pra pegar tudo isso
—Desculpa filho, mas de verdade você já viu a higiene desses lugares que vendem caldo de cana? Melhor não arriscar pra não ter uma infecção alimentar ou sei lá, vamos pedir comida aqui no quiosque mesmo, é mais confiável
Olho para Klaus e o agradeço com o olhar, ele sorri pra mim e eu não sei oque sentir
Ignoro mais uma vez a minha confusão mental, e resolvo dar um pulo no mar, Nico vem junto comigo
Nós entramos na água juntos e começamos a brincar um com o outro, entre risos e gargalhadas ele me pega no colo e me levanta bem alto, e mesmo lá de dentro do mar, consigo ver Klaus olhando para nós, ou melhor olhando para mim, me encarando como quem não está feliz com oque vê
A noite começava a cair, e decidimos sair da água. Entramos no quiosque pela última vez, só para pegar nossas coisas. Eu podia sentir o olhar de Klaus queimando minha pele enquanto ele me secava por inteiro com os olhos. De cima a baixo, ele não disfarçava, quase me devorando ali mesmo.
A casa de praia deles era a poucos minutos dali, então voltamos andando. Nico foi na frente com a mãe, me deixando alguns passos atrás com Klaus. O silêncio entre a gente era pesado, e pela cara dele, dava pra ver que ele queria falar alguma coisa há muito tempo.
— Você ainda não se abriu com ele. Por quê? Sabe que ele merece saber.
— Olha, eu sei disso, tá legal? Só que eu não consigo. É difícil demais.
— É mesmo? Porque ontem à noite comigo não pareceu.
— Porque eu estava bêbada, i****a.
— Tem certeza que foi só por isso?
— Tenho!
— Hum. Então tá bom. — Ele deu um sorriso de canto, que mais parecia um aviso. — Vejo que você se divertiu hoje... com meu filho.
— Então você notou...
— Só um conselho: da próxima vez, escolha um biquíni maior. Sabe, pra evitar olhares maliciosos.
— Olhares como os seus?
Ele parou por um instante, o olhar ficando mais intenso.
— Garota... não me provoca. Você não faz ideia do que eu sou capaz.
— Eu faço o que eu quiser. Inclusive, na próxima vez, faço questão de usar um biquíni menor ainda. Você sabe, o que é bonito, é pra ser mostrado.
Sem esperar resposta, apressei meus passos até alcançar Nico, que estava um pouco mais à frente. Mas, antes, não resisti: olhei para trás para ver a reação de Klaus às minhas últimas palavras. Como eu esperava, ele estava furioso. Seu olhar era de pura raiva, misturada com algo mais... perigoso.
E eu sabia que essa raiva não ia acabar por aqui.
Hoje de manhã, Nico me prometeu uma longa noite, e eu vou aproveitar cada segundo. E, só pra completar, faço questão de não conter nenhum gemido.
Chegamos na casa e eu e Nico fomos direto para o quarto nem trocamos a roupa de banho molhada, e eu já estava em cima de Nico, o provocando
Eu não sei ao certo o porque de verdade eu estava fazendo aquilo, mais era mais forte do que eu
—Amor, espera, nem tomamos banho ainda, quer mesmo fazer isso agora? tem areia ainda até no meu cabelo
—Eu te Quero muito amor, não dá pra esperar
Completo minha frase dando um longo e quente beijo de língua em Nico que finalmente cede aos meus desejos, ele começa a tirar meu biquíni delicadamente, beija meus m*****s me fazendo arrepiar por inteiro e me joga na cama, ele rapidamente tira sua sunga e vem ao meu encontro se posicionando por cima de mim, seu m****o já rígido roça por cima de minha i********e me fazendo soltar um leve gemido de antecipação, ele me dá mais um beijo e desde sua boca para o resto do meu corpo
—Você é tão linda meu amor
Nico me elogia mas eu não consigo sentir nada, disfarço com um sorriso e me concentro nas sensações que ele me faz sentir agora
Ele começa a beijar minha i********e, passando a língua delicadamente sobre ela, depois começa a chupa-la fazendo uma leve sucção que me faz arfar, a medida que ele continua com mais desejo meus gemidos também começam a ficar mais fortes
Ele pincela seu m****o sobre minha i********e, e entra devagar dentro de mim, ele começa a me penetrar lentamente e aumenta os movimentos aos poucos
Meus gemidos se tornam mais altos a cada vez que suas estocadas se tornam mais fortes e rápidas, eu sinto o prazer do momento mas não consigo sentir nada além disso, e não consigo evitar pensamentos intrusos que insistem em me sabotar mais uma vez, tento não pensar nele, mas não consigo, eu penso em Klaus, e em seu corpo escultural, seu sorriso malicioso, e seu cabelo levemente grisalho, como seria se fosse ele por cima de mim agora? Será que ele seria tão delicado assim como Nico está sendo?
Droga, porque estou pensando nisso agora, que merda
Suas estocadas finais são fortes e rápidas, e no final ele tira seu m****o pra fora e goza na minha barriga, seu corpo estremece e ele geme quase como um uivo finalizando nosso sexo
Se deita sobre o meu corpo, e me alisa carinhosamente
—Isso foi incrível amor
—Foi sim
Eu beijo sua testa, tentando disfarçar oque eu estava sentindo de verdade, como eu posso pensar apenas em um homem, estando com outro? Isso é ridículo, e eu me sinto péssima por me sentir assim
KLAUS:
Essa garota está me tirando do sério, ela tinha mesmo que usar um biquíni tão pequeno? Que filha da p**a, ela sabia que eu ia reparar, e mesmo assim ficou exibindo aquele corpo monumental pra mim, brincando com o Nico na água, mas sempre olhando pra mim, Merda ela sabe me provocar, e eu não aguento de t***o, só de pensar nisso agora, meu p*u já está mais duro que pedra, tudo que eu queria agora era f***r, e desestressar, olho para o lado e Marta está dormindo, sem chance, que merda, mas também de que adiantaria fode-la pesando em outra?
Mas logo percebo que isso não era problema para Amerie, que merda o meu quarto ser colado no deles
Consigo ouvi-la gemendo, gemendo para outro, a cada vez que ela geme mais alto me dá vontade de socar essa parede e acabar logo com essa tortura
Ela está fazendo isso de propósito? Eu juro que vou mata-la, e mato Nicolas junto
Me levanto e começo a andar de um lado para outro dentro do quarto, aquilo era insuportável, era insuportável de ouvir, deveria ser eu fodendo ela agora, deveria ser eu fazendo-a gemer, a deixando ser ar, apertando seu pescoço, batendo em sua b***a, chupando seus seios
—QUE MERDA, ESSA FILHA DA p**a ME PAGA
Não aguento ouvir mais nenhum segundo daquela merda e saio do quarto, vou para cozinha e me sirvo uma dose dubla de wisky, o tempo vai passando e as doses vão aumentando, nem uma hora se passou, e eu quase sequei a garrafa, e mesmo alterado, a única coisa que conseguia pensar, era nela
Como se o destino ouvisse meus pensamentos, no meio da madrugada ela também sai do quarto, e vem em direção a cozinha
—Oque tá fazendo aqui?
A pergunto nada sútil
—Klaus, você também está aqui? Só vim pegar uma água
O sorriso cínico dela me destrói por dentro. Aquele olhar, como se ela soubesse exatamente o que está fazendo comigo, é a faísca que incendeia tudo.
— Fez isso de propósito, não fez? — repito, minha voz grave, carregada de raiva.
Ela não responde, mas o sorriso sumiu. Seus olhos estão fixos nos meus, desafiando-me, enquanto tenta disfarçar o nervosismo. Meu corpo age antes que eu possa pensar. Num movimento brusco, empurro-a contra a parede, segurando seu pescoço com força.
— Acha engraçado, é? — rosno. — Tá com sede, filha da p**a? A noite foi longa, né?
Ela tenta falar, mas tudo o que sai é um sussurro fraco.
— Klaus... me solta, por favor...
A voz embargada, o ar faltando, os olhos dela ficando cada vez mais arregalados... eu deveria parar. Eu sei disso. Mas não consigo. O ódio e o álcool misturados me dominam completamente. Aperto ainda mais forte, a ponto de sentir o pulsar rápido em seu pescoço.
— Eu te avisei. Falei pra não me provocar.
Ela levanta as mãos, tentando puxar as minhas, lutando para se soltar. Mas em vez de recuar, minha outra mão desce até sua cintura, apertando com brutalidade. Quero marcá-la. Quero que ela sinta exatamente o que está fazendo comigo.
— Você sabe o que faz comigo, Amerie. Você sabe, e mesmo assim continua...
— Klaus, para... — ela sussurra, lágrimas começando a escorrer.
Por um segundo, só um segundo, minha raiva vacila. Mas antes que eu possa me afastar, ela fala algo que me puxa de volta ao abismo.
— Você... nunca vai ser ele.