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O Efeito que você me causa

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Blurb

Depois de anos presa, Ana descobre que recebia visitas recorrentes de Alan mesmo enquanto ela se recusava a receber visitas.

Ela se considerava uma pessoa má, indigna de receber amor e por isso construiu um muro ao redor de si como forma de obstruir qualquer tentativa de se apaixonar por alguém.

Apesar disso, havia alguém que estava disposto a quebrar todas essas barreiras.

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Figuras do passado
Eram seis e meia quando Ana finalmente conseguira sair daquele lugar. Estava feliz por seus advogados terem conseguido revogar uma diminuição de pena depois de tanto tempo onde ele quase estava perdendo as esperanças de sair daquele local antes do planejado Um amigo de antiga data lhe esperava em seu Opala e apesar dele estar lhe sorrindo, Ana revirou os olhos ao ve-lo e ao entrar em seu carro bateu a porta com força - Você é um belo de um desgraçado - disse ela afivelando o cinto - Estou feliz em vê-la também, Senhorita Anna Lenart. E de nada. Consegui te tirar daí Anna deu uma gargalhada. - Passei dois anos nesse lugar miserável por conta de um erro seu e lhe devo agradecimentos por receber o mínimo de você? Está de brincadeira se acha que conseguirá me tirar isso, Billy. Billy deu de ombros e virou a chave do carro dando partida - Largue seu mau humor pra outro dia. Você está livre. Carpe Diem, Anna! - gritou enquanto acelerava o carro Passaram pela rodovia que dava perto ao litoral, e a vista do mar junto com a brisa que lhe chegava até a janela do carro a fez colocar a cabeça pra fora da janela apoiando seu corpo na porta do carro, para que pudesse se inclinar o suficiente para sentir todo o vento, a brisa e o cheiro de ar limpo que há tanto tempo ela estivera sem ver - Finalmente deu um sorriso, marrentinha. Já era raro ve-lo antes e eu não esperava que o veria tão cedo Ana ignorou o comentário do amigo e apenas aproveitou o momento Assim que o carro chegou em seu bairro e parou na porta da sua casa, Billy entregou as chaves pra Ana e disse: - Paguei alguém para que cuidasse de suas plantas. E dos seus gatos Ana colocou a mão no coração e falou: - Meu deus, que saudade dos meus bichanos! - disse ela saindo rapidamente do carro Enquanto corria em direção a sua casa gritou para Billy - Mas você ainda me deve uma Billy revirou os olhos e disse: - Vá ver seus gatos, afinal eles são os únicos que lhe fazem demonstrar o mínimo de sentimento. Caso contrário duvidaria se realmente existe um coração aí dentro Ana abriu a porta de casa e logo ouviu o miado de seus gatos Ela foi correndo e pegou um de cada vez o abraçando por tempo suficiente até que eles não aguentassem tanto tempo e tentassem sair de seus braços Anna deitou no sofá e pegou seu celular. Decidiu que ligaria primeiro pra uma pizzaria, pois há tempos mantinha o desejo de comer sua bobeira preferida Após fazer o pedido, Ana ligou para sua única melhor amiga - Finalmente, Ana! Eu vou matar você, juro que vou - Eu sei, eu sei. - Você não quis receber nenhuma visita por todo esse tempo! Nem sequer deixavam te ligar, exceto pelos seus advogados Ana suspirou e respondeu: - Eu sei, eu sei. Foi m*l por isso. Estava de m*l humor Vivi - Por dois anos? Por Deus, Ana. Além disso você merece uma surra por ter parado atrás das grades. Sabia que isso aconteceria uma hora O barulho da campainha fez com que Ana se dirigisse até a porta correndo com a ansiedade que a deixou satisfeita ao ver que seu pedido havia sido entregue Mas sua frustração veio logo em seguida quando ela lembrou que ainda não tinha pegado sua carteira e documentos Aproveitando que ainda estava em ligação falou: - Viviane... Bem... Vou precisar de um favorzinho seu Viviane bufou - Agora precisa de favores? - Por favor Vivi... Preciso que faça uma transferência para o entregador de pizza. Estou morta de fome. Juro que lhe pago o dobro Ana ouviu do outro lado da ligação Viviane Suspirando fundo. - Me mande os dados dele. Assim que pegou a pizza, Ana foi até a mesa e disse - Provavelmente comerei essa inteira. Não, eu fui muito lerda. Deveria ter pedido duas! Viviane falou: - Ainda estou furiosa com você. Mas me diga, o que fará em relação ao Alan? Ana parou de mastigar no mesmo momento e engoliu antes de perguntar: - Alan? Que Alan? - Quantos Alan você conhece Ana? O que fazia faculdade com você. O único homem que você conseguia aturar. E o único também que conseguia te amolecer um pouco Ana cortou Viviane - Deixe de bobeira. Nunca tivemos nada. Mas por que está falando dele? - Você provavelmente não soube, mas ele tentava lhe visitar todos os dias e pelo que soube escrevia várias cartas pra você. - Impossível, ele deve me odiar agora. Viviane disse sarcasficamente: - Eu concordaria se ele o fizesse, mas eu duvido muito que ele te odiaria um dia independente do que você fizesse. Ana perdeu o apetite ao se sentir m*l. - Preciso desligar- ela avisou e antes mesmo que Viviane pudesse lhe dizer algo ela encerrou a ligação Pensar em Alan a deixava m*l. Tudo o que ela era, tudo que ele era. Eram opostos em tudo. Ela não era uma pessoa boa. E ele era a pessoa mais amável que ela já havia conhecido. Mas apesar de seus sentimentos sempre terem sido proeminentes, ela sempre se recusou a deixar que eles fossem maiores do que a responsabilidade de o envolver com ela. "Mesmo depois de tudo... Ele queria me ver." Ana deitou exausta no sofá. Seus pensamentos estavam desalinhados. Seus sentimentos também -

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