Capítulo 10: Romeo

939 Words
(10 Meses Antes) Ela hesitou por uma fração de segundo, os músculos tremendo de pura exaustão, mas a minha ordem não dava margem para recusa. Puxei os joelhos dela para cima com firmeza. Mandei que ela segurasse as próprias pernas contra o peito, abrindo-se inteira para mim. Fiquei surpreso com a sua elasticidade impressionante. As articulações cederam com facilidade, e a pose a deixou completamente exposta. A visão da i********e rosada e úmida sob a luz fraca do abajur era um espetáculo particular para os meus olhos. Olhei do centro do corpo dela para o rosto pálido logo acima. Carmem fazia um beicinho involuntário, os lábios grossos e o cabelo desgrenhado caindo sobre a testa suada. Ela tinha a exata expressão de uma princesa maltratada que tinha acabado de descobrir que o mundo não era justo. Aquela imagem me atingiu direto na espinha. Um desejo profundo, irracional e egoísta dominou a minha razão. Toda aquela minha ideia inicial de me segurar, de prepará-la aos poucos com paciência para não estragar as próximas noites, desapareceu da minha mente. Eu não queria mais ser cuidadoso. Eu queria testar o limite absoluto dela. Eu precisava ir até o fundo e ver o quanto ela aguentava receber de mim. — Respire fundo — avisei, ajeitando o meu corpo na beirada da cama, posicionado exatamente entre as pernas erguidas dela. Antes de avançar, passei o polegar sobre o c******s firme e avermelhado dela. Dei uma pincelada rápida e precisa no botão inchado. O corpo de Carmem deu um salto no colchão, a respiração falhando em um arquejo de surpresa. Aproveitei o espasmo de prazer e empurrei o meu quadril. Soltei um suspiro pesado quando a umidade quente me engoliu de novo. O aperto era ainda mais intenso e sufocante nessa posição. A b****a dela parecia abraçar cada milímetro do meu p*u. Dessa vez, não fui com cuidado. Fui direto até a metade com velocidade. Os gemidos dela recomeçaram quase no mesmo instante, perdendo qualquer traço de timidez. A cabeça de Carmem caiu para trás no travesseiro e ela começou a revirar os olhos, os dedos finos apertando a própria pele das coxas para suportar a invasão rápida. Seus s***s balançando sem nenhuma resistência. Eu decidi ir além. Inclinei meu tronco, firmei os meus pés no chão e mergulhei o restante do meu m****o de uma só vez, batendo o meu quadril contra o dela com força. Carmem abafou um grito agudo. O choque a fez soltar as próprias pernas. Ela tentou fechá-las instintivamente para me expulsar e se proteger da dor. Eu não deixei. Prendi as coxas dela com as minhas mãos, usando a força dos meus braços para mantê-la escancarada sob o meu peso. Nossos olhos se encontraram. Através das lágrimas retidas e da respiração descompassada que agitava o seu peito, Carmem me lançou um olhar sombrio. Ela me olhou como se me odiasse profundamente naquele segundo. Aquele lampejo de raiva genuína no meio da submissão alimentou ainda mais o meu ego. Encarei o ódio dela com um sorriso no canto da boca e recuei alguns centímetros. Assim que aliviei a pressão extrema no fundo da b****a, ela soltou a respiração presa, os ombros relaxando um pouco contra o edredom amarrotado. — Tente não me machucar, signore — a voz dela saiu embargada, um sussurro carregado de fadiga. — Não me ensine como fodê-la — rebati, o tom ríspido cortando o quarto e deixando claro quem estava no controle da noite. Continuei o movimento. Puxei o quadril para trás e voltei a empurrar. No entanto, contive o meu impulso. Não fui mais até o talo nas investidas seguintes. Eu não queria machucá-la de verdade a ponto de impossibilitar o uso do corpo dela nos dias seguintes. O quarto foi preenchido pelo som da pele batendo contra pele. A fricção gerava um calor que subia pelas minhas pernas e se espalhava pelo meu abdômen. A cada estocada controlada, ela soltava murmúrios arrastados, aceitando a invasão. Senti a pressão se acumulando na base do meu p*u. O meu próprio clímax se aproximava em uma velocidade cega. O prazer intenso estava embaralhando os meus pensamentos. Parei o movimento de forma abrupta e tirei o meu cajado de dentro dela de uma vez. Carmem soltou um gemido confuso com a perda do contato, o corpo caindo mole sobre a cama. Segurei-a pelo braço direito e a puxei para cima sem cerimônia, forçando-a a se ajoelhar no colchão bem na minha frente. Minha mão envolveu o meu próprio m****o. A pele estava fervendo, escorregadia e absurdamente quente pelo calor interno do corpo dela. Comecei a me masturbar na frente do rosto de Carmem, bombeando a mão em um ritmo acelerado. — Você vai tomar tudo — ordenei, ofegante. — E se cuspir, vai lamber o chão. Ela olhou para o volume latejante nas minhas mãos, os olhos escuros arregalados. — Mas eu nunca... Não dei tempo para ela terminar a desculpa de virgem. Puxei a nuca dela para a frente, enredando os dedos nos cabelos escuros, e fiz Carmem engolir o meu p*u. Os espasmos dominaram o meu corpo por completo. Parei de respirar por um segundo enquanto os jatos quentes e fortes saíam, atingindo o fundo da garganta dela sem a menor piedade. Carmem engasgou com a quantidade e a força repentina do meu g**o. O corpo dela tensionou contra a minha mão. Os olhos lacrimejaram novamente, mas, por cima do meu m****o, ela me lançou um último olhar. Era a expressão perfeita de uma donzela irritada sendo domada. O pescoço dela se moveu repetidas vezes. Ela apertou a garganta e tomou tudo. Como uma boa garota.
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