O ritmo que ela mantinha era interessante para os olhos, mas a minha paciência durou pouco. A ideia de ser o professor complacente perdeu a graça rapidamente. Eu queria o controle total da situação, sem concessões.
Envolvi os meus braços ao redor das costas nuas de Carmem e a abracei com força contra o meu peito. Antes que ela pudesse reagir à quebra do ritmo, joguei meu peso para o lado e girei os nossos corpos pelo colchão bagunçado.
Inverti as posições em um segundo.
Prendi as pernas dela sob as minhas. Acabou a aula.
Apoiei as mãos nos dois lados da cabeça dela e comecei a meter de forma rápida. O impacto da minha carne contra a dela produzia estalos altos na penumbra. Carmem arregalou os olhos. A mudança repentina a jogou direto na beira do abismo.
Ela alcançou o clímax quase de imediato sob aquela nova velocidade. Os músculos internos apertaram o meu p*u com força, e ela jogou o pescoço para trás no travesseiro, soltando um gemido longo da garganta.
Mas eu não parei. Não reduzi a força da minha estocada.
Mantive a mesma cadência constante e implacável. Meia hora se passou. O suor escorria pela minha testa e pingava na pele avermelhada do peito dela. Eu drenava cada gota de energia da criada, consumindo a força física dela a cada investida pesada.
Carmem perdeu completamente a capacidade de acompanhar os meus movimentos. As pernas dela cederam, abrindo-se sem resistência sobre os lençóis.
Ela estava amolecida e exausta. A garota inteira se resumiu a soltar apenas gemidos baixos, curtos e muito fracos a cada impacto. As pálpebras pesadas dela lutavam para permanecerem abertas.
Diminuí a profundidade dos meus movimentos, parando quase por completo, e aproximei o meu rosto da bochecha quente e suada dela.
— A vida não é só ser uma boa criada na casa de assassinos — falei perto do seu ouvido. — A vida é essa sensação de morte em vida, o paraíso invadindo o seu corpo.
O meu próprio limite finalmente avisou que estava chegando. A pressão acumulada no meu corpo atingiu o seu ponto máximo.
Puxei o meu quadril para trás de uma vez, saindo de dentro dela por completo. Segurei os ombros de Carmem e a deitei reta na cama. Fiquei de joelhos bem diante do seu rosto, segurando o meu próprio p*u.
Carmem não precisou de uma ordem. Ela abriu a boca devagar, os lábios inchados e brilhantes, apenas esperando.
Os jatos brancos e quentes saíram de uma vez. Atingiram a língua dela, os cantos da boca e o queixo. O sêmen espirrou, sujando os fios de cabelo grudados no rosto dela e escorrendo pela pele pálida do seu peito.
Respirei fundo. Abaixo de mim, Carmem levantou uma das mãos trêmulas. Ela juntou os dedos finos e recolheu os fluidos que caíram no seu peito e pescoço. Levou os dedos de volta à boca, limpando o meu g**o da própria pele usando a língua.
Eu a observei realizar o trabalho. Segurei o meu m****o e dei duas batidinhas na bochecha dela, acariciando a pele clara com a cabecinha.
— Boa garota — falei. Ergui o meu corpo, saindo de cima da cama para o chão frio do quarto. — Agora vamos tomar banho.