(9 Meses Antes)
O prato principal foi deixado de lado no centro da mesa, a comida esfriando sob a porcelana. A refeição já havia cumprido o seu propósito. Aproximei a minha mão do rosto de Carmem mais uma vez, mas não havia frutas ou queijo entre os meus dedos.
Ela entendeu o movimento perfeitamente. Seus lábios úmidos pelo vinho entreabriram-se e ela colocou o meu indicador na boca, sugando a pele com uma lentidão calculada e provocativa.
— Você está aprendendo a me servir muito bem — murmurei, sentindo o calor molhado da boca dela apertar o meu dedo.
Ela tirou a minha mão devagar. Os olhos escuros dela sustentaram o meu olhar na penumbra do quarto.
— Qual vai ser a brincadeira de hoje, Signor Romeo? — Ela perguntou, o tom de voz carregado de uma malícia que eu não construí sozinho nela, era inerente ao seu ser.
— Amanhã acordo cedo para cuidar dos assuntos da Famiglia no porto. Não teremos tempo para muitas preliminares esta noite.
Levantei da cadeira estofada e a puxei pela mão. Carmem ficou de pé de imediato. Conduzi a garota até a beirada da cama espaçosa e comecei a despir o seu corpo com a mesma lentidão que ela usou para chupar o meu dedo.
O zíper do vestido de seda preta desceu sem resistência. O tecido escuro escorregou pelos ombros estreitos, revelando a pele pálida aos poucos, até cair em uma poça aos seus pés. Tirei a minha própria roupa logo em seguida, jogando as calças no tapete persa.
Deitei de costas no colchão escuro. Para a minha total satisfação, Carmem não esperou as minhas ordens, ela tomou a iniciativa. A criada subiu na cama engatinhando, parando de quatro sobre o meu corpo. O rosto dela foi direto para a minha virilha.
Ela abocanhou o meu p*u. Ela não engoliu até o fundo, mantendo o limite do seu próprio conforto para não se engasgar, mas a sucção era intensa, molhada e constante.
O atrito dos lábios dela alterou a minha respiração. Senti a vibração dos gemidos abafados dela ressoando direto no meu cajado, uma sensação física que contraiu todos os músculos do meu abdômen.
Não fiquei apenas recebendo a massagem. Encaixei o meu rosto no meio das pernas dela. Minhas mãos agarraram a b***a macia, apertando a carne farta enquanto eu tomava a sua b****a com gosto. Passei a língua pela extensão molhada, lambendo do c******s rígido até a entrada.
Pressionei a pontinha da língua no canal estreito, saboreando o gosto natural dela, fazendo as pernas de Carmem se tremerem sob as minhas mãos a cada estímulo direto.
— Deixe-me ir por cima... — ela pediu de repente, a voz ofegante e molhada. Carmem ergueu o tronco, desfazendo a posição e se afastando do meu rosto.
Eu permiti. Ela sentou sobre as minhas pernas, de frente para mim. Suas mãos pequenas seguraram a base do meu m****o firme.
Ela alinhou a ponta na sua própria entrada e desceu o quadril aos poucos, ajeitando a carne escorregadia até que eu estivesse dentro dela. Ela aplicava exatamente a lição que eu ensinei na noite da virada do ano.
Quando ela encontrou o ritmo ideal, ergui as mãos e comecei a apertar os s***s pálidos dela. O peso de Carmem sobre o meu corpo era incrivelmente excitante.
Fiquei observando a movimentação de baixo. A técnica dela tinha melhorado. O quadril descia e subia na medida exata. O p*u entrava e saía, alargando as paredes internas, mesmo que ela não fosse até o talo.
Eu apenas aproveitava o resultado e a obediência do meu próprio treinamento.