Cara, a professora Aline era aquele tipo de mulher que fazia você querer ir pra aula até de madrugada. Morena, cabelo até a cintura, uns 1,70 de pura tentação. Aquele corpinho de academia, com curvas no lugar certo, e um sorriso que era um convite direto pro inferno. Desde o primeiro dia de cálculo, eu ficava lá no fundo da sala só imaginando como seria ter aquela mulher por baixo de mim. O destino pregou uma peça no dia da revisão final. A turma toda combinou de vazar pra um bar, e eu, como tinha trampo de manhã cedo no dia seguinte, fiquei. Ela chegou na sala vazia, aquele vestido jeans justo que parecia pintado nela, e aquele cheiro bom de perfume caro. — Boa noite, Daniel. Cadê a turma? — perguntou, com aquela voz doce que me dava um frio na barriga e um calor em outro lugar. — Boa

