Capítulo 04. Fodëndo a mulher do vizinho

1097 Words
Me chamo Carlos e esse é o meu relato. Eu e minha mulher estávamos, num sábado à toa, fazendo um churrasquinho e mandando ver na caipirinha. Eu, só de calção de banho, e ela, de um biquíni minúsculo, aquele modelo que deixava quase tudo à mostra. Tava um calor do c****e, e a gente já tava no quinto copo, quando o interfone tocou. Fui atender, meio puto da vida, e era o vizinho do lado com a esposa, segurando uma caixa de cerveja e um pacote de carne. — O cheiro do churrasco tá impossível lá em casa — ele falou, rindo. — A gente se convidou, trazendo reforço! Sem muita graça, mas sem como dizer não, mandei os dois entrarem. Quando a gente chegou no quintal, minha mulher deu aquela congelada, mas logo soltou um sorriso de educação. Fui guardar as coisas, botando mais carvão na churrasqueira. Aí ficamos os quatro bebendo: eu e minha mulher na caipirinha, eles na cerveja. E foi aí que comecei a notar uma coisa. Toda vez que levantava pra pegar mais gelo ou virar uma carne, a mulher do vizinho ficava com os olhos colados no meu päu. Não é que eu seja um monstro, mas sou grosso, e de calção, dava pra ver o volume direitinho. Ela não disfarçava não, olhava mesmo, com um sorrisinho safado nos lábios. Depois de umas cervejas e umas caipirinhas a mais, o calor tava de matar, e os dois ainda vestidos. Aí, sem pensar muito, soltei: — Por que vocês não ficam à vontade? Tão em casa. Meu vizinho na hora topou. — Vou lá pegar uma sunga — ele disse, e virou pra esposa: — Quer que eu traxe alguma coisa? — Não, tô bem — ela respondeu, com um tom meio doce, meio provocante. Assim que ele saiu, ela olhou pra gente e perguntou: — Posso ficar à vontade mesmo? A gente concordou, e ela levantou. Virou de costas e tirou a camiseta, depois foi puxando a calça de lycra, bem devagar, me dando um show completo daquela b***a redonda e empinada. Ficou só de uma calcinha vermelha, minúscula, que m*l dava pra cobrir a b****a inteira. Quando se virou, mostrou os s***s, médios, mas com os b***s grandes e duros, apontando pra gente. — Pronto, agora tô à vontade — ela disse, sentando de pernas abertas, sem a menor vergonha. Eu e minha mulher nos entreolhamos, surpresos, mas rimos. A bicha era ousada, e a gente tava a fim de ver no que ia dar. Quando o marido voltou, só de sunga, nem pareceu se importar de ver a esposa quase nua. E aí a gente notou outra coisa: ele tava com um pauzão duro, a cabeça já escapando por cima da sunga. Minha mulher ficou corada, mas deu pra ver que ela tava excitada também, os olhos brilhavam, e ela mordia o lábio, disfarçando. Pra completar, o vizinho botou um funk 200 no som e puxou a mulher pra dançar. Eles se esfregando, ela só de calcinha, ele de sunga com o päu quase pra fora. A gente ficou só olhando, sentindo o t***o subir. Quando a segunda música acabou, eles vieram pra cima da gente. O vizinho puxou minha mulher pra dançar, e a esposa dele veio sentar do meu lado. Em segundos, ele já tava soltando o biquíni da minha minha mulher, deixando os p****s pra fora, e metendo a boca neles. Enquanto eu via a cena, a esposa do vizinho se aproximou e sussurrou no meu ouvido: — Que delícia ver eles, né? Agora é a nossa vez. Ela me puxou para um beijo. Nossas línguas se encontraram numa dança molhada e selvagem, com um gosto de cerveja e t***o. Minhas mãos foram direto para os s***s dela, grandes e firmes, enquanto a gente se beijava com uma fome que parecia incontrolável. Dava para ouvir os gemidos baixos da minha mulher enquanto o marido dela chupava os p****s dela, e aquilo só deixava a gente com mais vontade. A esposa do vizinho já colocou a mão na minha calça e apertou meu p*u duro através do tecido — Tô curiosa pra ver esse c****e desde que cheguei — ela falou, baixando meu calção tirando meu p*u pra fora. Quando viu a grossura, arregalou os olhos. Ela tentou botar na boca, mas não conseguiu, era grosso demais. Aí partiu pra me masturbar, passando a língua por tudo, chupando as bolas, fazendo uma obra de arte. Eu tava tão no êxtase que nem percebi que o vizinho e minha mulher tinham parado de dançar e estavam num 69 voraz no chão. Ela chupando o pauzão dele, e ele com a língua na b****a dela. Confesso que deu uma pontada de ciúmes, ver outro homem comendo o que era só meu. Mas a mulher dele tava me tratando tão bem que deixei rolar. Aproveitei e perguntei: — E aí, tá preparada pra receber o que tanto queria? Ela não perdeu tempo, apoiou os joelhos numa cadeira, puxou a calcinha pro lado e falou, ofegante: — Mete devagar, hein… acho que vai ser difícil entrar. A b****a dela já tava encharcada, mas realmente, era apertada. Passei a cabeça do p*u pra cima e pra baixo, lubrificando, mas não entrava. Aí olhei pro lado e vi minha mulher de costas pro vizinho, com a rola dele enfiada no cuzinho dela, enquanto ela se masturbava. Aquela visão me deu um gás. Me inclinei sobre ela, e mergulhei o rosto entre suas pernas. Passei minha língua da entrada da b****a até o c******s, dando lambidas circulares e rápidas no g***o, até enfiar a língua para dentro do buraquinho. A bucetä ficou completamente encharcada. Quando me afastei meus lábios e queixo estavam melados. Cuspi na minha própria mão e, envolvi a cabeça do meu p*u, já latejando de t***o, naquele lubrificante natural. A saliva misturada com o pré-g**o já que escorria formou uma camada pegajosa e quente, facilitando o deslize. Ela gemeu quando enfiei a cabeça, fui entrando devagar, sentindo ela se abrir, se adaptar. Quando enfiei tudo, até as bolas baterem nela, o corpo dela arqueou todo e ela soltou um grito abafado, rouco: — Isso, p***a! Fode essa b****a! Meti com força, segurando ela pela cintura, enquanto via minha mulher gemendo e levando rola no cu do nosso vizinho. Foi uma tarde doida, surreal. A gente trocou de parceiro, comeu, gozou, e no final, todo mundo cansado e satisfeito, rimos da situação sem acreditar no que tinha acontecido. Mas no fundo, a gente sabia: aquele churrasco foi o melhor da nossa vida.
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