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672 Words
General; Encarei ela abrindo a porta toda quietinha, fechou com cuidado e virou. Ficou branca de tão assustada quando me viu. Triz: Misericórdia. - gargalhou colocando duas sacolas no sofá. General: Tu tava aonde e com quem? - levantei e ela fez uma cara estranha pra c*****o. Triz: Tava só comprando umas coisas. - sentou no sofá. General: Tu tá me achando com cara de o****o? Tu toma cuidado em p***a, tô só te palmeando. Nem olhou mais na minha cara. Mentirosa do c*****o. Triz: Tá fazendo bolo? - neguei - Cheiro bom, de bolo de chocolate muito bem feito. General: Eu tô com cara de cozinheiro? Querendo mudar de assunto aí, tá com medo, Beatriz? Ela riu me olhando. Triz: De você? - apontou rindo. - Nem um pouco, você é tão fofo poxa. A coisa mais linda. General: Tu comprou o que? - ela riu mexendo nas sacolas. Triz: Acho maravilhoso o jeito como você muda de assunto, quando te elogio. - balançei a cabeça e ela jogou um bagulho de pano. Estiquei na minha mão e analisei o short, bagulho de cetim. General: Tenho que ver no corpo, coloca aí. - joguei de volta. Triz: Depois do meu banho, mas agora é sério. Quem é que tá fazendo bolo? - perguntou esticando os braços. General: Tua mãe. - dei de ombros e a tonga saiu correndo, observei negando. - Vai cair p***a, não corre. Me ignorou pra c*****o. Fui com calma lá na cozinha, cheguei lá e as duas se abraçando. A mãe dela é bonita e nem velha é, pra começar. Iguais pô, só que a criança é mais bronzeada. Triz: Chegou e nem me falou. - sentou na cadeira. Cíntia: Eu quem diga, tá morando com esse macho por que? - cruzou os braços - E é bom me responder. Só pela cara dela, já vi que ia dar caô. General: Nós tá morando juntos, sogrinha. Casamento tá quase aí e tu nem tchum. Triz: Samuelson, isso é coisa que se diz do nada? - quase gritando essa p***a. Cíntia: Casamento? O que tá acontecendo? - balançei a cabeça e encarei a criança. General: Se vira aí, explica os bagulhos certinhos pra ela. - ri baixo - Vou cortar esse bolo em. Maior larica, fome pra c*****o. Enquanto isso, as duas começaram a discutir. Bagulho tá ficando feio e eu só observando, ouvindo. Cíntia: Beatriz? Cadê a tua noção p***a? Tu sabe muito bem aonde isso vai dar, grávida e jogada para escanteio. General: Grávida não, sou responsável ainda. - bufei - E pô, para de show aí. A mina tá vivendo a vida dela, deu r**m pra tu eu sei. Mas não quer dizer que vai dar pra ela. Cíntia: Responsável ou não, é igual a todos! Vocês estão enfiando uma criança, dentro do tráfico. Cadê a noção de vocês?! - gritou - E você filha, esqueceu de tudo que eu passei por causa do seu pai? Eles todos são iguais, bandidos, m*l caráter, eles não estão nem aí pra você. Tão te usando, só isso. Olha o papo dessa otária. General: Mete o pé vai p***a, quero tu aqui dentro da minha casa não. Vai p***a. Levantei bolado e doido pra tirar essa mulher daqui. Triz: Parado aí. - entrou na minha frente - Ela tem perna Samuelson, parou. Bufei e voltei pro meu canto. As duas foram saindo e demorou abeça pra criança voltar. Triz: Qual é a p***a do teu problema Riquelme? - outra que não consegue falar, só gritar. General: Não grita p***a, a menina tá dormindo. Se tu aguenta tua mãe falando um monte de coisa, problema é teu. Na minha casa ela não vem dar show. Cortei o bolo do meu jeito. O bagulho é comer de qualquer maneira. Triz: Quero ver com quem que você vai casar desse jeito. Comigo não vai. - saiu gritando. General: Quer um suquinho de maracujá criança? Tá toda revoltada. - gritei de volta. Legal demais irritar ela, fica toda revoltada. ... NÃO REVISADO.
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