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609 Words
Triz; De burra eu não tenho nada! Eu estava bem plena indo embora para minha casa, até o i****a do General vir atrás. Só falta esse o****o ter colocado um rastreador no meu celular. Mas ok, quem liga né? Só que eles escolheram a pessoa errada para negociar. Vou falir essa facção inteira aos poucos, só de raiva. Magrinho: Manda o teu papo garota. - sorri encarando todos deles. Foca Beatriz, foca! Triz: Primeiro de tudo, eu quero a minha mãe aqui. Ou eu volto para são Paulo e vocês vão ficar chupando o dedo. Magrinho: Mais uma p**a pra nós, pode ser pô. - Encarei bem ele que sorriu. Triz: Vejamos aqui que você não está hábito o suficiente para exercer a sua posição na facção. É tão burro que não sabe a diferença entre uma prostituta e uma dama de luxo. Sorri para ele e virei encarando os outros. VN: Tá certo, tua mãe vai vir pra cá. - concordei sorrindo mas não satifesta. - Só isso? General: Tu acha mesmo? Ela veio com quinhentas ideias, amanhã ela termina de falar. Triz: Em segundo lugar eu quero quinhentos mil na minha conta. Até o final do mês. T3: Quinhentos mil reais? Tá doidona garota? - ele perguntou todo alterado. Triz: Reais não, dólares. Mas também podem ser euros. - dei risada. - E juntando todos vocês, tenho certeza que conseguem o dinheiro. Cabeça: Tu tá achando que isso aqui é um banco? Ninguém vai te dar quinhentos mil dólares não, p***a. Triz: Então se vira, não vou ajudar ninguém. T3: Dois meses pô, um prazo de dois meses pra conseguir o dinheiro. - concordei. - E tu vai ter que casar com o General. Era só o que faltava.. General: Dez caras na sala e tu quer jogar o bagulho nas minhas costas? Se f***r, c*****o. Triz: Quem devia tá reclamando era eu. O que me impressiona mesmo é que vocês, tem milhares de soldados, dividem o comando em quase vinte pessoas e estão aqui na frente de todos eles. E mesmo assim, não tem a capacidade de resolver um problema sozinhos. E precisam logo de mim pra isso. Encostei na cadeira. Triz: Então eu vou deixar bem claro, eu caso com o General. Não dá em nada demais, só que nem ele e nem um de vocês. - apontei para cada eles. - Vão ter algum direito sobre mim, depois de tudo se eu quiser ir embora eu vou e nenhum de vocês vai ir atrás de mim. Cabeça: A gatinha tá exigindo demais não tá? - neguei. - Nós pode pensar e analisar isso aí. Triz: Não tem nada pra pensar, ou é sim ou é não. Tô dando a minha palavra de que vou ajudar vocês. VN: Como é que nós vamos ter certeza disso aí? Quem garante que tu não vai dar pra trás e sumir com o dinheiro? Triz: Porque eu não tô afim de morrer né. E outra coisa, antes que alguém tenha a brilhante ideia de me passar pra trás. Vou deixar bem claro que eu quero e vou conhecer meu pai e no caso, vocês vão ter que se resolver com ele. Sorri bem falsa mesmo. Eu sou tanta coisa, menos burra. E com meus belos argumentos tenho certeza de que eles vão colaborar. Eu diria que o jogo virou. Estou com eles na palma da minha mão, literalmente. General: Então é isso pô, temos um acordo. - balançei a cabeça. - Só não esquece que o acordo é com a facção, não comigo. Triz: Tanto faz, podemos ir? Ou alguém quer falar mais alguma coisa? ... NÃO REVISADO.
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