Triz;
De burra eu não tenho nada!
Eu estava bem plena indo embora para minha casa, até o i****a do General vir atrás. Só falta esse o****o ter colocado um rastreador no meu celular.
Mas ok, quem liga né?
Só que eles escolheram a pessoa errada para negociar. Vou falir essa facção inteira aos poucos, só de raiva.
Magrinho: Manda o teu papo garota. - sorri encarando todos deles.
Foca Beatriz, foca!
Triz: Primeiro de tudo, eu quero a minha mãe aqui. Ou eu volto para são Paulo e vocês vão ficar chupando o dedo.
Magrinho: Mais uma p**a pra nós, pode ser pô. - Encarei bem ele que sorriu.
Triz: Vejamos aqui que você não está hábito o suficiente para exercer a sua posição na facção. É tão burro que não sabe a diferença entre uma prostituta e uma dama de luxo.
Sorri para ele e virei encarando os outros.
VN: Tá certo, tua mãe vai vir pra cá. - concordei sorrindo mas não satifesta. - Só isso?
General: Tu acha mesmo? Ela veio com quinhentas ideias, amanhã ela termina de falar.
Triz: Em segundo lugar eu quero quinhentos mil na minha conta. Até o final do mês.
T3: Quinhentos mil reais? Tá doidona garota? - ele perguntou todo alterado.
Triz: Reais não, dólares. Mas também podem ser euros. - dei risada. - E juntando todos vocês, tenho certeza que conseguem o dinheiro.
Cabeça: Tu tá achando que isso aqui é um banco? Ninguém vai te dar quinhentos mil dólares não, p***a.
Triz: Então se vira, não vou ajudar ninguém.
T3: Dois meses pô, um prazo de dois meses pra conseguir o dinheiro. - concordei. - E tu vai ter que casar com o General.
Era só o que faltava..
General: Dez caras na sala e tu quer jogar o bagulho nas minhas costas? Se f***r, c*****o.
Triz: Quem devia tá reclamando era eu. O que me impressiona mesmo é que vocês, tem milhares de soldados, dividem o comando em quase vinte pessoas e estão aqui na frente de todos eles. E mesmo assim, não tem a capacidade de resolver um problema sozinhos. E precisam logo de mim pra isso.
Encostei na cadeira.
Triz: Então eu vou deixar bem claro, eu caso com o General. Não dá em nada demais, só que nem ele e nem um de vocês. - apontei para cada eles. - Vão ter algum direito sobre mim, depois de tudo se eu quiser ir embora eu vou e nenhum de vocês vai ir atrás de mim.
Cabeça: A gatinha tá exigindo demais não tá? - neguei. - Nós pode pensar e analisar isso aí.
Triz: Não tem nada pra pensar, ou é sim ou é não. Tô dando a minha palavra de que vou ajudar vocês.
VN: Como é que nós vamos ter certeza disso aí? Quem garante que tu não vai dar pra trás e sumir com o dinheiro?
Triz: Porque eu não tô afim de morrer né. E outra coisa, antes que alguém tenha a brilhante ideia de me passar pra trás. Vou deixar bem claro que eu quero e vou conhecer meu pai e no caso, vocês vão ter que se resolver com ele.
Sorri bem falsa mesmo.
Eu sou tanta coisa, menos burra. E com meus belos argumentos tenho certeza de que eles vão colaborar.
Eu diria que o jogo virou. Estou com eles na palma da minha mão, literalmente.
General: Então é isso pô, temos um acordo. - balançei a cabeça. - Só não esquece que o acordo é com a facção, não comigo.
Triz: Tanto faz, podemos ir? Ou alguém quer falar mais alguma coisa?
...
NÃO REVISADO.