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583 Words
General; Um mês depois. Bufei batendo meus dedos no volantes. Encarei ela abrir a porta de casa e vir com a menina no colo. Destravei as portas e abri a janela. Beca: Pai que é pai, sempre aparece né. Some quase um mês e volta como se nada tivesse acontecido.. - Começou a reclamar. General: Bota a menina na cadeirinha, tô sem tempo c*****o. - bufei e ela foi colocar minha filha na cadeirinha. Beca: Vai deixar ela com quem? - cruzou os braços depois de fechar a porta. - Fiquei sabendo que já tá com p*****a nova, não quero minha filha perto dela. General: A filha não é minha p***a? Então vai ficar comigo. c*****o mesmo. - liguei o carro. - Tu não tem que querer nada pô. Fé. Acelerei e deixei ela falando sozinha. Minha história com essa aí é antiga, conheci tem três anos. Nosso lance era só sexo, no meio dessa brincadeira veio a Sophia. Minha gatinha, pô. Tem dois anos, esperta pra c*****o e um pingo de gente. Esse mês foi f**a ir ver ela, vários problemas para resolver. Tive que arrumar as paradas para a Triz, vir pra cá e mais uma pá de coisas. Vou aproveitar o máximo essa semana com ela, compensar esse mês todo. **** General: Acorda aí monstrinha. - brinquei com ela, que levantou a cabeça com a mão no olho. Dei risada entrando com ela na cozinha. Observei a criança olhando para mim atenta. Triz: Boa tarde. - sorriu e encarou a Sophia, no comeu colo. - O que eu perdi? General: Boa tarde criança. Minha filha pô. - ela concordou toda sem graça. Sophia: Papai! - abraçou meu pescoço rindo. - Oi papai, tudo bem? Segurou meu rosto toda sorridente. General: Tudo bem pô, e com tu? - beijei a bochecha dela. - Tá linda em, roupinha nova. Sophia: Tudo bem sim, papai. Vou ficar, um, dois e cinco dias com você? - concordei colocando ela no chão. General: Sete dias pô, assim ó. - contei nos dedos. Ela riu e foi andando pela cozinha. Parou encarando a Triz e me olhou erguendo as mãos. Triz: Oi gatinha, tudo bom? - virou sorrindo pra ela. Sophia: Tudo bom com você? - a Triz gargalhou e ela riu junto. Triz: Tudo ótimo amor. General pelo amor de Deus, como que uma criança tão fofa é tua filha?! General: Lá vem tu. - balançei a cabeça - Tu me deixa em. Triz: Não tá mais aqui, quem falou. - levantou colocando as coisas na pia - Que foi? Fica me olhando aí. Dei a volta na mesa e cerquei ela com os braços. General: Tô só admirando criança, nada demais, pô. - enrolei uma mecha do cabelo dela no meu dedo. Triz: Não sabia que você tinha filha, devia ter me contado. - assenti analisando o chupão no pescoço dela. Bela noite que nós teve. Triz é novinha, mas sabe como fazer qualquer parada. Duvido muito que não tenha sido a mãe dela que ensinou. General: Sobe lá, troca de roupa e fica pronta. Vou levar as duas em um restaurante brabo, aqui perto. Triz: Ih. Muito legal pro meu gosto, tá querendo o que? - riu empurrando meu braço - Mas eu vou aproveitar. Ignorei a gracinha dela e fui saindo atrás da Sophia. Essa monstrinha bota o terror pô. Tem que monitorar ela, vinte quatro horas por dia. Ou, ela se arrebenta toda e bota fogo na casa. ... NÃO REVISADO.
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