General;
Um mês depois.
Bufei batendo meus dedos no volantes. Encarei ela abrir a porta de casa e vir com a menina no colo. Destravei as portas e abri a janela.
Beca: Pai que é pai, sempre aparece né. Some quase um mês e volta como se nada tivesse acontecido.. - Começou a reclamar.
General: Bota a menina na cadeirinha, tô sem tempo c*****o. - bufei e ela foi colocar minha filha na cadeirinha.
Beca: Vai deixar ela com quem? - cruzou os braços depois de fechar a porta. - Fiquei sabendo que já tá com p*****a nova, não quero minha filha perto dela.
General: A filha não é minha p***a? Então vai ficar comigo. c*****o mesmo. - liguei o carro. - Tu não tem que querer nada pô. Fé.
Acelerei e deixei ela falando sozinha.
Minha história com essa aí é antiga, conheci tem três anos. Nosso lance era só sexo, no meio dessa brincadeira veio a Sophia. Minha gatinha, pô. Tem dois anos, esperta pra c*****o e um pingo de gente.
Esse mês foi f**a ir ver ela, vários problemas para resolver. Tive que arrumar as paradas para a Triz, vir pra cá e mais uma pá de coisas.
Vou aproveitar o máximo essa semana com ela, compensar esse mês todo.
****
General: Acorda aí monstrinha. - brinquei com ela, que levantou a cabeça com a mão no olho.
Dei risada entrando com ela na cozinha. Observei a criança olhando para mim atenta.
Triz: Boa tarde. - sorriu e encarou a Sophia, no comeu colo. - O que eu perdi?
General: Boa tarde criança. Minha filha pô. - ela concordou toda sem graça.
Sophia: Papai! - abraçou meu pescoço rindo. - Oi papai, tudo bem?
Segurou meu rosto toda sorridente.
General: Tudo bem pô, e com tu? - beijei a bochecha dela. - Tá linda em, roupinha nova.
Sophia: Tudo bem sim, papai. Vou ficar, um, dois e cinco dias com você? - concordei colocando ela no chão.
General: Sete dias pô, assim ó. - contei nos dedos.
Ela riu e foi andando pela cozinha. Parou encarando a Triz e me olhou erguendo as mãos.
Triz: Oi gatinha, tudo bom? - virou sorrindo pra ela.
Sophia: Tudo bom com você? - a Triz gargalhou e ela riu junto.
Triz: Tudo ótimo amor. General pelo amor de Deus, como que uma criança tão fofa é tua filha?!
General: Lá vem tu. - balançei a cabeça - Tu me deixa em.
Triz: Não tá mais aqui, quem falou. - levantou colocando as coisas na pia - Que foi? Fica me olhando aí.
Dei a volta na mesa e cerquei ela com os braços.
General: Tô só admirando criança, nada demais, pô. - enrolei uma mecha do cabelo dela no meu dedo.
Triz: Não sabia que você tinha filha, devia ter me contado. - assenti analisando o chupão no pescoço dela.
Bela noite que nós teve. Triz é novinha, mas sabe como fazer qualquer parada. Duvido muito que não tenha sido a mãe dela que ensinou.
General: Sobe lá, troca de roupa e fica pronta. Vou levar as duas em um restaurante brabo, aqui perto.
Triz: Ih. Muito legal pro meu gosto, tá querendo o que? - riu empurrando meu braço - Mas eu vou aproveitar.
Ignorei a gracinha dela e fui saindo atrás da Sophia. Essa monstrinha bota o terror pô.
Tem que monitorar ela, vinte quatro horas por dia. Ou, ela se arrebenta toda e bota fogo na casa.
...
NÃO REVISADO.