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597 Words
General; Encarei a j**a, que estava comendo um sonho de chocolate. Ela me fez parar em uma padaria só pra ela comprar essa parada. Triz: Dá pra parar? De me olhar, credo. - revirou os olhos. - Se meu sonho cair nesse mato, eu vou fazer tu engolir em. General: Essa pose de mina brava não combina contigo, só pra constar. Triz: E o f**a se? Me deixa comer em paz! - mordeu o bagulho se sujando toda. General: Tu já conheceu o Japão? - cruzei os braços. Triz: Já sim. Mas cá entre nós, não tem nada demais e eu nunca trocaria o Brasil por lá. - Ela deu de ombros. General: Rejeitando tua origem pô - ela riu. Triz: Tô mesmo, já comeu a comida deles? Coisa crua, horrível! - fez cara de nojo. - Não sei como vocês gostam disso. General: Não gosto desses bagulhos não. - balançei a cabeça. Triz: Aproveitando o momento, qual é a de vocês comigo? - neguei sem entender - Você, sua família e a facção.. Eu não sou burra. Me olhou óbvia e eu só ri negando. General: Tu é cheia das paranóias, nada a ver isso aí. Triz: Até seu pai tá te empurrando pra mim. Não custa nada me contar, tenho que saber no que eu estou me metendo. Estranha, mas esperta pra c*****o. General: Nós quer tu do nosso lado, pra subir e tomar a Rocinha. - ela balançou a cabeça. Triz: Isso tem a ver com o meu pai? Ah e sim, eu sei que o VN não é o meu pai.. - Me olhou e eu encarei ela surpreso. - Minha mãe disse para mim antes de eu sair de lá e também me disse, pra não dar lado para ele. Porque? General: Por que ele é vacilão, se a coisa ficar feia ele joga qualquer um no fogo e corre pro lado dos inimigos. É bom ficar esperta. Pisei na latinha de cerveja. Triz: Então, meu trabalho é me juntar a uma facção pra instalar o tráfico do PCC na Rocinha. - Ela riu. - Eu acho que consigo coisa melhor, terminei meus estudos cedo e posso muito bem fazer uma faculdade. Tenho paciência nenhuma, pra quem acha que as coisas é fácil assim. Burra do c*****o. General: Ou tu fecha com nós, ou tu vai acabar morta em qualquer canto por aí. Foram atrás de tu, justamente pra você não acabar morrendo. Triz: E mesmo assim, no fim do mês eu vou para a minha casa. Tenho certeza que eu estava mais segura lá. Tá vendo, é por isso que tem que se f***r sozinha. General: Tu sabe que tem muita gente atrás de você? - deu de ombros. - Tu tá levando a sério alguma das paradas que eu te disse? Triz: Nenhuma. Tô viva até hoje não tô? Então tá suave. - limpou o rosto com um guardanapo de papel. General: Tô te mandando o papo real, tu abraça se quiser. Tá nas tuas mãos.. - dei uma risada baixa. - Até a polícia te conhece, se o TCP, PCC ou ADA, fazer alguma parada. Tua cara vai ser estampa do batalhão. Triz: Tá meu amor, acabou o show? - assenti e ela foi entrando no carro. - Tenho hora pra estar em casa. Dei a volta negando e entrei no carro. Tava achando que ia ser fácil trazer a garota pro nosso lado, essa merda não parecia difícil. Mas agora, eu tô vendo que vou me f***r bonito pra isso porque não vai ser fácil. ... NÃO REVISADO.
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