Visão de Athena
Algo estava errado.
Eu sentia isso na hora do almoço quando Leon chegou em casa e evitava meus olhos desde que voltou com Sebastian,na forma como ele me beijou rápido demais antes de sair de novo, como se estivesse fugindo de alguma coisa — ou de alguém.
Tentei me convencer de que era coisa da minha cabeça, mas meu peito estava apertado demais para ser só insegurança.
Fiquei na mansão com Max, tentando sorrir e agir normalmente. Brinquei com ela, ajudei no dever de casa, fizemos biscoitos — os mesmos que Sebastian vivia roubando —, mas nem o cheiro doce conseguiu me distrair.
Leon demorou naquela noite.
Muito mais do que o normal.
Quando finalmente ouvi passos no corredor, meu coração acelerou. Ele entrou no quarto em silêncio, a gravata frouxa, a expressão cansada… distante.
— Oi — falei, me sentando na cama.
— Oi, amor — ele respondeu, forçando um sorriso enquanto vinha até mim.
Ele me beijou, mas não era o beijo dele. Faltava intensidade. Faltava verdade.
— A reunião foi pesada? — perguntei, tentando soar casual.
Leon hesitou. Foi rápido, quase imperceptível, mas eu vi.
— Foi… longa — respondeu.
Assenti, sentindo o nó na garganta apertar.
— Leon… — segurei sua mão antes que ele se afastasse. — Aconteceu alguma coisa hoje?
Ele me olhou. De verdade. E naquele olhar tinha medo.
— Athena… — começou, mas parou.
Meu coração afundou.
— Você pode me contar — falei baixo. — Seja o que for.
Ele passou a mão pelo rosto, respirando fundo, como se estivesse se preparando para um impacto.
— Tem coisas do meu passado que eu nunca te contei.
Meu estômago revirou.
— Coisas como…?
Antes que ele pudesse responder, o telefone de Leon tocou.
— O que foi? Tem alguma coisa errada? — perguntei assim que percebi a mudança em sua expressão. — Leon?
Chamei seu nome mais uma vez, até que ele finalmente ergueu o olhar.
— Oii, linda .— suspirou, enfiando o celular no bolso. — Só coisas de trabalho… nada demais. Estou cansado. Só queria você agora.
Algo dentro de mim dizia que havia mais por trás daquele cansaço, mas vê-lo assim, abatido, mexia comigo de um jeito quase doloroso. Tudo o que eu queria naquele momento era envolvê-lo, acolhê-lo, ser o lugar onde ele pudesse descansar — talvez, depois, ele encontrasse forças para me contar o que se passava naquela cabeça inquieta.
Segurei seus braços e o puxei com cuidado até ele se sentar na cama. Em seguida, me acomodei sobre seu colo, encaixando meu corpo ao dele, buscando abrigo. Leon soltou um suspiro longo, quase aliviado, e senti seus músculos finalmente relaxarem sob o meu toque.
Ele respirava fundo, como se estivesse absorvendo meu cheiro, minha presença, enquanto eu espalhava beijos lentos por seu rosto. Comecei pelo pescoço, subindo devagar pelo maxilar, até alcançar seus lábios em um beijo suave, carregado de carinho. Depois, beijei seus olhos fechados, um por um, como se quisesse apagar qualquer preocupação que ainda restasse ali.
Depositei um beijo em sua testa e voltei ao seu pescoço, alternando carícias e beijos demorados, sentindo sua respiração mudar, ficar mais calma, mais quente. Minhas mãos deslizavam por seus ombros, pelas costas, transmitindo tudo o que eu não precisava dizer em palavras.
Naquele instante, eu só queria isso: fazê-lo se sentir seguro, desejado, inteiro outra vez.
E eu faria o possível — e o impossível — para ser o conforto que ele precisava.
Comecei a puxar sua camisa pela cabeça e Leon não exitou em nenhum momento, nem mesmo quando eu deitei ele na cama e subi encima do seu corpo depositando beijos em seu peito, descendo pelas costelas até parar na altura do seu cinto,Leon suspirou antecipado para oque viria e eu não o iria decepcionar, Eu sabia que ele precisava e sabia oque fazer e apesar de nós já termos muita i********e aquele ato em específico sempre me deixava constrangida,não pelo ato em si,eu adorava fazer aquilo mas Leon intensificava as coisas,ele me olhava de uma forma que derretia meus ossos.
Quando tirei seu sinto e abaixei suas calças vi seu m****o grosso e ereto com a cabeça já brilhando de pré sêmen,sem pensar duas vezes passei a língua na ponta da sua cabeça e Leon deu uma arqueada com os quadris,eu sabia que aquilo o deixava louco e sabia que esse era o seu ponto fraco,dês de que a gente fez isso na academia da casa da pisca Leon demostrou estar muito satisfeito com minhas agilidades com a língua.
Enfim enfiei seu p*u inteiro na minha boca, inteiro era só uma forma de dizer por que só cabia metade, mas eu fazia o possível para lamber todas as partes,comecei a passar a língua de baixo pra cima em um movimento frenético enquanto segurava suas bolas, Leon começou a gemer com os meus movimentos com a língua.
— Athenaa...— Ele gemia meu nome.— Assim eu não vou aguentar anjo... e vou acabar sujando você...— Disse ele em um suspiro ardente.
Pra mim isso foi o sinal que eu estava onde deveria estar, então não parei e segurei seu p*u com as duas mãos enquanto derramava minha saliva na na cabeça massageando até ficar bem lubrificado então com as duas mãos em movimentos leves de cima a baixo, girando suavemente de um lado ao outro eu coloquei minha boca na sua cabeça e comecei a chupar,lamber e sugar senti Leon se enrijecer em minhas mãos e não demorou muito para que ele se derramasse na minha boca em minhas mãos, eu não parei os movimentos em momento algum e Leon gemia pelo prazer enquanto eu o limpava todo com a língua, senti seu olhar quente em mim oque fez minha pernas se apertaram com a antecipação do que estava por vir.
Meu corpo reagia ao dele com uma facilidade assustadora. Cada respiração de Leon contra minha pele fazia algo dentro de mim se contrair, desejar mais. Quando senti suas mãos finalmente se moverem, foi como se ele estivesse voltando para mim — para nós.
Leon deslizou os dedos pela minha cintura, firmes, possessivos, como se precisasse ter certeza de que eu ainda estava ali. Seu toque queimava, mesmo através da roupa, e eu me inclinei um pouco mais contra ele, sentindo seu corpo responder imediatamente ao meu.
— Athena… — meu nome saiu da boca dele como um pedido contido, rouco, carregado de coisas não ditas.
Ergui o rosto devagar, nossos olhos se encontraram por um segundo longo demais para ser inocente. Havia desejo ali, mas também algo mais profundo — um conflito silencioso que ele tentava esconder atrás da intensidade do olhar.
Passei os dedos por seus cabelos, puxando levemente, fazendo-o inclinar a cabeça para trás. Meus lábios encontraram os dele outra vez, agora sem pressa, sem suavidade. O beijo era lento, profundo, cheio de fome reprimida. Leon respondeu na mesma medida, como se estivesse se segurando apenas por mim.
O aperto em minha cintura ficou mais firme. Seu corpo sob o meu estava tenso, quente, vivo. Cada movimento meu arrancava dele uma respiração pesada, e eu sentia o quanto ele precisava esquecer — nem que fosse por alguns minutos — tudo o que o atormentava.
— Fica… — ele murmurou contra meus lábios. — Só fica comigo agora.
Encostei minha testa na dele, sentindo nossas respirações se misturarem, o ar carregado de desejo.
— Eu tô aqui — sussurrei. — Com você. Sempre.
Leon fechou os olhos, como se aquelas palavras fossem o golpe final em sua resistência. Seus braços me envolveram por completo, me prendendo contra ele, como se eu fosse a única coisa que o mantinha inteiro naquele momento.
E talvez fosse.
Porque ali, entre beijos quentes, respirações descompassadas e um desejo que ameaçava transbordar, não existia passado, trabalho ou segredos.
Só nós dois.
E a intensidade perigosa de tudo o que ainda não foi dito.