DÁRIO TOMMASO Atirei no último homem e soprei o cano da arma, que esquentou a ponto de soltar fumaça depois de tantos tiros que dei. Deixei a arma descarregada em cima da mesa e tirei as luvas. — Tragam alguém para limpar essa sujeira. — Sim, Vossa Excelência. — Vocês têm certeza de que não tem mais ninguém dessa gangue que viu a placa do carro dela? — me virei para meus subordinados e joguei as luvas no lixo. — Sim. — um deles assegurou. — De qualquer forma, procurem novamente. Quero ter certeza de que ela está segura. — saí do porão e eles vieram atrás de mim. — Vossa excelência, nós fizemos isso. Caçamos até o último homem. A única pessoa que restou foi a amiga dela. — Luísa não oferece perigo. — garanti. — Sendo assim, vocês podem se retirar. Agora que ela está segura eu fico

