NARRADO POR: MAITÊ O sol de domingo já estava passando do meio-dia, entrando com tudo pelas janelas de vidro do chão ao teto da mansão, mas a minha cabeça parecia que ainda estava submersa naquela água gelada e revigorante da Reserva. Acordei com o corpo pesado, sentindo cada músculo reclamar da intensidade da noite passada. O rastro do Victor ainda estava em mim, impregnado de um jeito que me fazia sorrir sozinha contra o travesseiro. Mesmo depois de um banho demorado antes de desmaiar na cama, parecia que eu ainda conseguia sentir o toque possessivo dele na minha pele. Vesti um short jeans desfiado e uma regata branca básica, bem leve. Olhei-me no espelho e notei alguns hematomas leves na altura da minha cintura, marcas da urgência com que ele me segurou no meio das ondas. Tentei escon

