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Lyandra Chegamos no hospital e eu fui direto para o banheiro lavar o rosto. Respirei fundo, fui até a recepção e falei que queria ver a minha filha. A mãe da Bruna ainda tava no quarto, mas ela saiu quando eu entrei. Eu apertei a mão da minha filha com força e ela abriu os olhinhos e deu um sorriso pra mim. Eu fiquei com vontade de chorar, mas me segurei, porque eu preciso ser forte. Eu tenho que ser forte pela minha filha. Eu não posso me dar ao luxo de parecer fraca na frente dela, porque, com certeza, no meio disso tudo, ela tá sendo muito mais forte do que eu. Ela tá aguentando agulhas e tudo mais, então eu não posso me dar ao luxo de desabar na frente dela. Alice: Mamãe. Lyandra: Oi, amor. Alice: Quero ir pra casa. Lyandra: Você vai ter que ficar aqui mais um pouquinho, mas a mam

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