Cecília saiu correndo da mata, eufórica e sem acreditar no que acabara de fazer. — Enlouqueci, sim, estou louca ... - Disse para si mesma enquanto caminhava de volta para casa. Por Deus, enlouquecera, e não havia outra explicação, deixara o noivo de sua irmã toca-la de formas que nunca havia sido tocada, deixara que ele a tocasse tão intimamente, e o pior de tudo era que tinha gostado. — Cecília. - Uma voz conhecida a chamou assim que ela entrou em casa, Suzane a estava olhando com um olhar de ódio mortal. — Olá. - Limitou-se a dizer. A irmã caminhou até ela, olhando-a com um olhar ameaçador. Estava ridicularmente molhada e m*l arrumada. — Pensa que não vejo como olha para o meu noivo? Cecília trombou no ombro da irmã para passar ao lado dela, mas Suzane a puxou pelo braço. — Deixe-

