TERROR NARRANDO CONTINUAÇÃO.. Fiquei vendo ela se afastar, ainda tentando disfarçar com pose, mas o medo denunciava. O Busu fingia que não tinha visto nada, e os moleques estavam quietos, como estátuas. Deixei a fumaça escapar pela boca, calmamente, e me levantei. — Tá resolvido. — disse, guardando a arma. — Mas se essa merda repetir, não vai ter perdão. Saí da boca com passos firmes. Os fogos ainda estouravam no céu, e os olhares seguiam meu movimento. Todo mundo sabia: respeito comigo não se pede, se toma. Só que, no fundo, a raiva que queimava não era só do Busu nem da irmã dele. Era de mim mesmo, de sentir o corpo reagir cada vez que a Safira me vinha na mente. E eu já sabia: o morro podia estar em ordem, mas A Juliana, funcionária que ajudava com a casa, tinha tirado folga

