— Marta… Olha só... Tenta argumentar Eduardo...
— Amor, meu amor, eu quero ser sua, quero te sentir dentro de mim! Quero que você me faça sentir o mesmo prazer da vez anterior... Diz Marta o agarrando com suas pernas, pressionado ele contra seu corpo, ela podia sentir seu m****o ereto, tocando sua v****a, mesmo ainda vestido...
Eduardo então sem pensar, tira a roupa de vez e a beija, mordendo sua orelha, suas mão passavam por seu corpo, de seu pondo de vista como Eduardo, era a primeira vez que ele via Marta nua, era simplesmente algo que o deixava maluco, fora da razão, sua pegada era diferente de Gaspar, que era mais conservador, mais romântico, Eduardo era mais selvagem, porém sem ser grosso, Marta sentia isso, percebia... Mas acreditava ser pela bebida ingerida, pois ela sentia que ele havia bebido um pouco...
Edu beija sua boca, enquanto brinca com o seu c******s, fazendo Marta se contorcer de prazer... Ao tempo em que ele beijava sua boca colocando sua língua na boca de Marta enquanto segurava ela pelos cabelos...
— Amor, você está meio selvagem agora... Diz ela.
Mas pela bebida que o liberta de certas amarras, e tomado pelo desejo de estar em seus braços uma mulher tão linda, Eduardo só pensava no agora, esquecendo até mesmo Amanda.
Ele desce pelo seu tronco, chupando e mordendo seus s***s de leve, até colar sua boca em sua v****a, Edu lambia e chupava seu c******s em movimentos ritmados, bem diferente da vez anterior, ele introduz dois dedos em Marta, enquanto a chupava, suas preferências sexuais estavam todas pautadas no que ele fazia com Amanda, que era uma expert na arte de transar... Marta gemia e gritava de prazer, ele levanta-se, coloca Marta na borda da cama e abrindo suas pernas ele a penetra enquanto massageava o seu c******s, Marta se contorcia de prazer, Eduardo então usava de movimento diferentes de Gaspar, acelerando a penetração.
Aquilo, ser possuída daquele jeito, era tudo que Marta sempre desejou que Gaspar fizesse com ela... O desejo começa a lhe dominar...
— Meu amor, eu sempre fui uma santinha diante da minha família, diante de todos, mas eu, sempre quis ser possuída por você dessa forma, como uma devassa! Amor, seus carinhos, amor como fizemos amor pela primeira vez, mas isso, isso é muito bom, é tudo que sempre quis! Diz ela.
— Você deve ser louca mesmo! Fala coisas que não consigo entender, mas devo admitir que é muito linda, delicada e muito gostosa, confesso que quando te encontrei naquele banco de areia, te achei muito bonita, mas agora, depois que te vi sem roupa, até perdi o rumo do que eu estava fazendo, de o que eu iria fazer... Quem é você? Diz Eduardo.
— Como assim? Quem sou eu? Você sabe quem sou! Sua mulher! Sua devassa! Sua meretriz... Nossa! Devo estar ficando louca de falar estas coisas... Botar para fora, tudo que estava reprimido dentro de mim, Diz Marta.
O t***o e o prazer os impedia de perceber o que estava acontecendo, Eduardo estar com aquela moça delicada e que se soltava, uma completa estranha, mas tão linda ali entregue a ele, o deixava maluco, Ele a penetrava cada vez mais forte, penetrar daquele jeito aquela moça tão doce e com carinha de santa o deixava maluco, quando ele iria gozar, ela também dava sinais que sim, ele tenta ejacular fora, mas ela o segura com as pernas, então os dois gozam juntos, intensamente...
— Nossa, amor... Estou exausta! Você dessa vez, acabou comigo... Foi tão diferente das outras vezes... Diz Marta.
Depois do Orgasmo, Eduardo, como mente dominante, não se lembrava de nada sobre a mente de Gaspar, sobre o que ele tinha feito... Nada...
— Meu Deus! O que eu fiz? Eu não deveria ter feito isso com você! Não deveria mesmo! Diz Eduardo.
— Gaspar? O que está dizendo? O que você tem? Como assim? Não gostou? Foi porque eu me soltei?
— Marta, este é seu nome não é? Por favor... Você não deveria nem estar aqui! Eu... eu sou noivo! Eu vou me casar com uma mulher! Eu... Eu...
—Sim, você vai casar comigo! Gaspar!
— Eu não sou Gaspar! Meu nome é Eduardo! Entendeu? Foi um erro ter trazido você aqui na minha chácara, eu não deveria ter feito isso, não deveria!
Marta se sente confusa e envergonhada, ela joga o travesseiro nele...
— Fora daqui! Diz ela.
— Fora daqui você! Fora da minha casa! Fora da minha vida! Isso que aconteceu aqui, nunca mais poderá acontecer novamente! Meu Deus a minha noiva! Se Amanda souber disso… O que eu faço? Diz ele.
Marta furiosa veste uma roupa e levanta-se da cama, ela o desafia...
— Você... você realmente é um moleque! Havia se lembrado de tudo, mas foi só a v***a voltar... E olha só, você aqui, babando por ela! Quer saber? Brigida estava certa sobre você! Disse que o Estevão não prestava, mas você é que não presta! Cretino! Diz Marta saindo do quarto.
Eduardo vai atrás dela, Marta sai pela porta da frente e ele vai atrás dela...
— Garota, volta aqui! Por favor, volta aqui! Eu te levo para sua casa... Eu te levo!
— Vai pro inferno! Você e sua v***a! Diz ela.
Ele para e ver Marta se afastando, sem rumo...
— Que loucura eu fui cometer! Mas como? Eu deveria levar ela, mas, ela deve pegar uma carona com alguém...
Eduardo olha no seu celular, pela data vê que haviam se passado três dias... Três dias que ele não sabia que havia assumido a consciência de Gaspar, seu bisavô, tudo que havia acontecido naqueles dias...
— Este vazio! Este buraco nas minhas memórias! Eu não me lembro de nada!
Enquanto isso, em São Luis, no hospital... Hugo é levado para o quarto, após uma complicada cirurgia, um policial havia sido mandado para saber seu estado...
— Então Dr? Ele vai sobreviver? Pergunta o policial.
— Sim, ele vai, teve o pulmão perfurado e uma bala passou muito perto do coração, mas nenhuma artéria importante foi afetada... Diz o médico.
— Bem, eu preciso ser informado assim que ele acordar, sobre a mulher que o matou, sabemos que foi uma mulher que esteve hospedada com ele no hotel, tem imagens dela fugindo do local, o dono do Hotel preferiu não levar a público o que houve, pela imagem do estabelecimento, mas a polícia vai investigar e apurar tudo, o depoimento dele, importante para prender a mulher e saber suas motivações… Diz o policial.