Marta estava fascinada com tudo que ela via, com o que ela via, com o novo mundo descoberto, as informações que ia assimilando, eram muitas, e seu cérebro ia processando tudo com enorme facilidade, na casa de Eduardo, melhor dizendo, do renascido Gaspar, Marta parecia uma menina, impressionada com cada nova descoberta...
— Ai meu Deus! Quantas informações! A impressão que eu tenho... É que estou sonhando! Sim, é um sonho... Fui transportada para outro tempo, e tenho até medo de acordar a qualquer momento! Nossa! As lojas, os transportes! As casas e os prédios enormes! Tudo que era tão simples, agora tão dinâmico e complexo! Mas as pessoas agora tem costumes diferentes! Imagine! As mulheres quase nuas, em minúsculas roupas de baixo, estampadas em fotografias enormes! Diz Marta ali, sentada no sofá.
Gaspar, que descia as escadas com uma mala nas mãos, corrige Marta.]
— Aquelas" fotografias gigantes" são, na verdade, publicidades, e sim, corpos bonitos, chamam a atenção, são um importante recurso para chamar a atenção para o que se quer vender ou anunciar, no caso dos outdoors que vimos, era uma publicidade de biquínis... Diz Gaspar.
— Por acaso você repara nestas coisas? Claro que sim, não é! A tal Amanda deve usar este tipo de roupa, para te seduzir...
— Ficou com ciúmes? Pergunta Gaspar.
— Não, ciúmes é uma coisa que nunca fez parte de mim... Diz Marta.
— Então, por que você casou com aquele tal do Estevão? Não foi por vingança? Por que me viu com minha irmã e achou que fosse outra coisa?
— Gaspar, deixe de baboseiras! Por acaso isso ai é...
— Sim, são as roupas de Amanda, ela volta em alguns dias, irei entregar as coisas dela, porque só me interessa uma mulher! Você... Diz ele se aproximando e ela se afastando.
— Não vem que não tem... Já falei que você só me encosta quando terminar com a sua" Noiva"... Diz Marta com deboche.
Gaspar a segura pela cintura e cola no seu corpo, seus olhares se conectam, uma podia ouvir a respiração do outro e até o bater do coração...
— Me solta Gaspar... Você não terá nada de mim, não até terminar com esta mulher...
— E você? Terminou com o seu marido? Você ao invés de me dar a chance de me explicar, se casou com um canalha para se vingar de mim, você também já terminou com o seu esposo? Diz Gaspar.
Marta tenta se soltar, mas ele não deixa...
— Espera! Eu não vou te deixar ir, porque eu sei. Eu sei que você quer isso tanto quanto eu! Você sabe do que sinto por você, eu renasci como Eduardo, mas eu não tinha memória, até t*****r com você. Eu nem sei o que aconteceu com a Amanda e eu, pois tecnicamente, foi o Eduardo que se relacionou com ela, não eu! Não em minha real consciência… Agora me diz? Estou errado? Pergunta ele a soltando.
Marta não responde nada, apenas o olha e depois tira o olhar de sua direção... Gaspar se aproxima dela e levanta seus cabelos, beijando seu pescoço, Marta se arrepia inteira... Gaspar passa a mão pelo corpo dela, tocando seus s***s, ele levanta o seu vestido e começa a tocar em sua vagin@, que estava inteiramente molhada...
— Lembra que costumávamos namorar escondidos? Nos encontrávamos naquela casa abandonada, lembra das brincadeiras que fazíamos... Diz ele.
— Sim, eu me lembro... Você e sua mania de me fazer perder o juízo, de me ganhar nos argumentos... Diz Marta voltando-se para ele e envolvendo seus braços em seu pescoço...
Gaspar sorri para ela…
— Nunca tínhamos feito amor, mas fazíamos nossas travessuras... Você não precisa se sentir insegura em relação a mim, sabe que sempre, sempre te desejei, não é? Eu vou terminar com ela, quando ela voltar... MAs agora...
— Agora o quê? Diz Marta com um olhar travesso...
Gaspar então desabotoa o vestido de Marta, vagarosamente,ele a deixa sem roupa rapidamente...
— Você me ama Gaspar? Você me deseja tanto assim mesmo? Diz Marta.
— Muito mais do que você imagina... Diz ele a beijando...
Marta então tira a roupa dele, Gaspar fica só de cueca e o volume marcado chama a atenção de Marta, ele senta no sofá e Marta monta sobre ele o beijando...
— Você sempre me fez perder o juízo, sabia? Você sempre mexeu comigo, me faz sentir como... Como uma mulher qualquer... Me faz querer fazer coisas que seriam condenáveis na nossa época...
— Aqui estamos em um outro tempo, aqui podemos fazer o que quisermos, sem nenhum julgamento... Diz Gaspar.
Marta beija o pescoço dele, e se ajoelha no chão, ela estava meio nervosa, mas pega no órgão s****l de seu amado e o puxa para fora da cueca... Gaspar acaricia o rosto dela, segurando nos cabelos na parte de sua nuca e puxa levemente seu rosto...
— Não precisa temer julgamentos... Vamos viver todos os nossos desejos... Diz ele.
Marta então abocanha levemente seu p@u, a delicadeza de sua boca, macia e quente, fazem Gaspar delirar de tanto prazer, instintivamente, Mata vai pegando o jeito do que estava fazendo, quanto mais ela via Gaspar sentindo prazer, mais prazer ela também sentia...
— Estou me sentindo uma meretriz ao fazer isso... Mas... Isso não me causa vergonha... Diz ela.
— O que isso lhe causa? Pergunta Gaspar, enquanto ela o palhetava...
— Me causa prazer! Satisfação... Abandonar aquela imagem de menina comportadinha e ser sua mulher...
Gaspar segura em seus cabelos e a levanta, ele beija sua boca e enconta na parede...
— Eu vou te ensinar umas coisinhas.. Umas coisinhas aqui do futuro...
Ele se abaixa e coloca uma de suas pernas sobre seu ombro a escorando na parede, sua v****a fica exposta, gaspar introduz um dedo, depois dois, MArta era bem apoertadinha, como toda mulher que perdera a virgindade recentemente... Ele então diz...
— ME pede! Me pede para penetrar você.... Diz Gaspar.
MArta no entando apenas gemia de prazer.... Ele então começa a lhe chupar o c******s, sua lingua brincava com ela, a fazendo enlouquyecer de prazer...
— Ai.... Ai ... Isso é muito gostoso! Me faz sua ! Por favor, eu quero te sentir dentro de mim! Por favor...
Gaspar então levantase e a faz se apoiar de quatro no sofá, abaixa-se e novamente a chupa, quase a penetrando com sua lingua, Então segura em sua cintura e desliza suavemente para dentro de Marta, que estava totalmente entregue e vulnerável a ele...