Eduardo agarra o corpo nu de Marta que é entregava totalmente a ele, acreditando ser o seu amado Gaspar. Eduardo, por sua vez, fica sem conseguir reagir com Marta pendurada em seu pescoço, o beijando.
— Isso é loucura! Diz ele.
— Eu já não me importo com nada, estou disposta a esquecer tudo e ser sua, apenas sua, esquecer que me casei com outro homem, esquecer meus pais, esquecer os julgamentos... Se você me fizer sua, ninguém, absolutamente ninguém poderá fazer nada, depois Gaspar é você que eu amo.
— Eu... Eu não sou Gaspar, eu já falei! Diz ele.
— Como não é Gaspar? O gosto do seu beijo, é igual! O seu toque, o cheiro da sua pele... Vem meu amor, me faz sua... Quero que me faça mulher! Sua mulher! Eu quero ser sua, eu te desejo!
— Como? Como vou resistir? Isso... É tão errado! MAs não aguento mais... Você é linda! Eu nunca vi uma mulher tão linda quanto você! Eu...
Eduardo então esquece de tudo, esquece de todos os seus pudores, todos os seus questionamentos e deixa de lutar, se entregando ao momento...
Ele tira a roupa fora, ficando nu, diante de Marta, que nunca tinha visto um homem pelado em sua frente antes...
— Nossa! Você... Você vai por tudo isso... Em mim? Diz ela.
— Só se você quiser... Diz Eduardo.
Em um misto de medo e t***o, somado com a curiosidade, Marta acena com a cabeça que sim, os dois esqueciam de tudo, para Marta, ela estava se entregando ao seu grande amor, Gaspar... Já Eduardo, não fazia ideia do que estava fazendo, entregue ao desejo e ao impulso, mas ele sequer lembrava de sua noiva Amanda naquele momento, mas sim, só conseguia pensar naquela desconhecida a sua frente, aquele ar de inocência de Marta e aquele corpão que ela escondia, pareciam despertar algo mais que t***o em Eduardo.
Ela deita sobre a cama, Eduardo vem por cima dela, lhe beijando sua boca, ele desce até o seu pescoço, o lambendo... Marta deixa escapar um gemido, sua pele arrepia, seus s***s ficam com os b***s durinhos... Eduardo rapidamente os aperta e depois passa a língua na ponta dos seus seios... Marta se contorce, acaricia Eduardo, que vai descendo ainda mais...
— O que você vai fazer? Pergunta Marta.
— Logo você vai ver... Diz Ele, afastando as pernas de Marta e começa a beijar suas coxas, indo logo em direção ao seu c******s, fazendo Marta se contorcer, tentando segurar os gemidos, ela sente a língua de Eduardo, pincelando sua zona de prazer, a deixando maluca.
Tudo aquilo, era algo impensado em sua época, as mulheres reprimiam o prazer que sentiam, e suas ideias de como se entregar a um homem, jamais ela mesmo reprimindo seus desejos, imaginou uma cena daquelas com algum rapaz de quem tenha secretamente gostado...
— Ai... O que você está fazendo? Isso... Isso é muito bom! Diz Marta.
Eduardo não pensava, só agia, seu corpo ia respondendo, a médica que Marta se entregava a ele, que parecia estar consumando algo que já queria há muito tempo...
— Eu não sei como, mas parece que esperei anos, décadas, talvez séculos para ela ser minha! Esta é a sensação que tenho.... Nenhuma mulher que já tive, me causou algo assim... Nem mesmo a Amanda! Diz ele em seus pensamentos.
Eduardo vem novamente por cima dela, encaixando-se entre suas pernas...
— Por favor! Me diz... Que é você garota? Quem é você que me deixa assim? Que me faz te querer, te desejar e esquecer do mundo lá fora! Que me tira o juízo! Diz Eduardo.
— Eu? Eu sou o amor da sua vida! Sou tua! Nasci para te amar! Diz Marta, que sentindo ele forçar um pouco para a penetrar, fecha os olhos, abraçando Eduardo, suas mãos envolviam as costas dele...
Eduardo olha no rosto de Marta e sente seu coração disparar, descobrindo ou talvez redescobrindo algo nunca sentiu por nenhuma mulher, era como se aquele sentimento sempre estivesse ali, apenas esperando Marta aparecer...
Ele delicadamente a penetra, Marta sente cada centímetro de Eduardo deslizando para dentro dela, delicadamente, aquela suave pressão, que ardia um pouco, ms que também, trazia além de dor, bastante prazer...
— Vai doer... Eu ouvi dizer que a primeira vez é bem dolorosa...
— Eu serei carinhoso, não se preocupe...
Eduardo a beija na boca e força bem devagar, até sentir o hímen de Marta, ele então penetra até ele se romper, Marta solta um gemido de dor... Mas Eduardo lhe faz um carinho, naquele momento, ele esquece de tudo, inexplicavelmente, estava apaixonado por quela estranha, que tinha conhecido no dia anterior... Marta vai se recompondo aos poucos e a dor, começa lugar ao prazer, ela arranha as costas de Eduardo, que volta a lhe penetrar, aos poucos aumentando o ritmo, até que Marta estivesse acostumada a ele...
— Isso é bom! Isso é maravilhoso! Isso é tão gostoso! Nunca vou me arrepender de ser sua, eu te quero todos os dias, mas por favor! Nunca mais me traia! Eu... Eu amor você! Diz Marta.
Eduardo sente mais que prazer, sente um aperto no coração, junto de um enorme desejo de a proteger, de cuidar dela...
Marta sente ondas de choque a percorrer seu corpo inteiro, a deixando em êxtase, seu primeiro orgasmo se aproximava e Eduardo também estava chegando lá...
Ele aumenta o ritmo da penetração, as paredes daquele quarto, abafavam urros e gemidos de prazer dos dois, que ecoavam pelo quarto.... Ambos exaustos... Eduardo agora estava pensativo, se perguntando o que tinha feito... Marta estava radiante, feliz... pois no seu entender, havia se entregado ao amor de sua vida, Gaspar... Eduardo olha os lençóis sujos do sangue da virgindade tirada...
— O que eu fiz? Caramba! O que foi que eu fiz? Diz ele.
— O que você fez? Você me fez mulher! Me fez a mulher mais feliz do mundo! Me fez a sua mulher... Gaspar! Diz Marta.