Amanda, a noiva de Eduardo, tinha um amante, ou talvez é mais certo dizer que ele é um comparsa, e juntos os dois tramam um plano, um plano contra Eduardo, semelhante ao que no passado foi criado por Brígida e Estevão contra Marta para se apossar de seu dote e da fortuna de sua família, enquanto Amanda enganava Eduardo, fingindo o amar, quando, na verdade, o que ela amava era seu dinheiro e sua posição social, suas empresas...
Ali, a sós com seu amante, Amanda pode deixar de ser a recatada noiva de Eduardo e deixar seu caráter vir a tona...
Hugo joga ela na cama, Amanda sorri... Enquanto ele tira a roupa, Amanda se ajoelha na cama e tira seu vestido fora, seu olhar demonstrava que ela tinha muito desejo guardado...
Hugo estava só de sunga em pé fora da cama e Amanda vem ao seu encontro, se aproximando de 4 na cama...
— Imagina se ele soubesse... Se ele soubesse que a nova querida dele, a quem ele tanto devota carinho, na verdade...
— Na verdade, o quê? Fala! O que tem eu, na verdade? Questiona Amanda.
Hugo sorri... Amanda crava as unhas no peito dele, arranhando a tatuagem que ele tem no tórax... Hugo então segura ela pelo cabelo e a joga na cama, imobilizando seus braços para trás, ele então morde a orelha de Amanda e fala em seu ouvido...
— Imagina se ele soubesse que a noivinha dele é, na verdade, uma put@! Uma v***a! Uma cachorra safada que adora levar p@u! Que ama ser put@! Ser minha put@! Não é v***a? Diz Hugo.
— Ai... Eu fico louca quando você faz isso comigo! Fico molhadinha! Diz Amanda.
Hugo arranca a calcinha dela e a vira na cama, se encaixando entre suas pernas, ele aperta o pescoço de amanda que olhava para ele com cara de safada...
— Adoro quando você me olha assim com esta cara de safada! Diz Hugo, Amanda sorri, lambendo o dedo de Hugo e o colocando na boca, os dois então transam intensamente....
Enquanto isso, na capital piauiense...
Eduardo tinha um pequeno sítio na saída da cidade, já zona rural, um lugar que ele costumava usar para descasar, fugir do estresse e relaxar, um verdadeiro retiro, só a natureza, plantas, alguns animais que ele criava ali... E para este lugar, Eduardo resolve levar Marta, ainda sob efeito do remédio...
Carlos, o seu amigo que é médico havia lhe dito o seguinte...
— Meu amigo, isso é uma loucura, mas sei, confio na sua índole de ser um homem de bem e sei que não fará mau a esta moça, ela irá dormir até amanhã, seja o que for, quando ela acordar, pode ser que ela lembre de alguma coisa, é anti-ético eu deixar que uma paciente saia da minha clínica nesse estado e seja levado ainda mais por um homem…
— Carlos, eu quero saber, eu preciso saber a real história por trás dessa mulher... Como ela conhece meu bisavô? Isso é impossível! Eu… Eu tenho que checar isso.
— Edu! Por favor! Vai me dizer que acha que ela veio do passado? Não tem como ela conhecer seu bisavô! Já pensou se tudo isso é uma armadilha para ferrar com você? Eduardo, por acaso você é um dos homens mais ricos do estado!
— Não, eu sei que isso não é... Eu sei disso, eu vou levar ela para o meu sítio, deixar que ela acorde, e ver o que acontece, dai eu irei levar ela até as autoridades, eu farei isso... Diz Eduardo.
— Meu amigo, eu confio em você... Vê lá! E tenha cuidado...
Então, Eduardo para seu carro e desce, em baixo de um pé de caju que fica no sítio, ele leva Marta nos braços para dentro de casa e a coloca na cama, depois de alguns instantes olhando para ela, sem saber explicar o que sentia, ele liga o ar-condicionado e a deixa dormindo, afinal de contas, Carlos disse que ela só acordaria no dia seguinte.
Eduardo fica curioso com a identidade de Marta... Ele lembra que no sítio, havia um baú bem antigo, onde havia fotos velhas, documentos antigos, tralhas de seu bisavô, afinal aquele sítio era uma herança de família, embora sempre soubesse onde estava este baú, ele nunca teve a curiosidade de ver o que nele estava guardado, mas agora... Agora era diferente, tudo era estranho, era muito estranho aquela mulher saber o nome de seu bisavô e mais que isso, o confundir com ele.
Eduardo vai até o sótão da casa, puxando uma escada que dava acesso, havia muitas coisas ali guardadas, haviam também ratos e teias de aranha... Mas com ajuda da lanterna de seu celular, ele encontra o velho baú, coberto de poeira...
— Nossa! Nunca tive curiosidade nisso, sempre deixei jogado de um lado para outro, desde que herdei este sítio de meus pais, mas sinto uma força misteriosa me empurrando para abrir e descobrir o que tem aqui, será que esta moça maluca com esta roupa do século passado, por acaso tem algum parentesco comigo? Bem atrás de herança ela não deve estar, afinal a única coisa que meu bisavô tinha era este sítio, este pequeno sítio, mas…
Eduardo leva o baú para fora e havia muitas coisas, uma espécie de agenda velha, algumas fotografias em um álbum, que logo chama atenção de Eduardo.
— MAs olha só isso? Fotos antigas! Fotos de Teresina no século XIX! Caramba! Eu deveria levar isso para um museu! Diz Eduardo.
Mas rapidamente, a curiosidade se torna um susto, quando Eduardo se depara com uma foto de seu bisavô...
— Não... Não pode ser! Como pode? Este é meu bisavô? Mas... Ele e eu... Nós somos... Somos idênticos! Diz Eduardo!