CAPÍTULO 97 BEATRIZ NARRANDO O toque dele ali, provocando, brincando com minha ansiedade, me fazia perder qualquer noção de tempo. Eu gemia baixinho, o corpo arqueando sozinho, buscando o encaixe que eu já não aguentava mais esperar. — Arthur… — minha voz saiu num sussurro implorante. — Por favor… Ele sorriu, roçando mais uma vez, devagar, me deixando no limite da sanidade. — Fala pra mim, princesa… que você é minha. — Eu sou. — respondi, os olhos nos dele, sentindo o corpo todo tremer. — Só tua. E foi ali… naquele exato momento… que ele me tomou. Devagar no começo. Como se quisesse me sentir inteira. Como se aquele primeiro movimento fosse sagrado. Meu corpo se abriu pra ele com facilidade, com desejo, com calor. E a sensação de estar preenchida, inteira, dele por completo… foi com

