"Estou apaixonado por você, Demet".

1608 Words
Can e Demet trocaram algumas frases, no trajeto de casa. Ele estaciona o carro, mas antes de sair, é ela quem dessa vez, aproxima o rosto para beijá-lo. – Amanhã posso passar aqui cedo e te levar para as gravações. O que acha? – Can... Você irá mudar o seu itinerário. – Não tem importância. Ter a sua companhia já terá compensado tudo. Diga que posso, por favor. – Está bem. Ele agora é quem abre um sorriso e a beija novamente no rosto. – Até amanhã então. – Até amanhã... (ela sai, ele murmura) amada. Ao entrar em casa Demet encosta-se na porta fechando os olhos e suspira bem forte. "Estava apaixonada". Can chega em casa, joga as chaves na mesa, vai até imensa janela da sala olhar a rua e diz pra si mesmo. – "Você se apaixonou Can Yanki". Mais uma noite passa e com o raiar do dia, Demet encontra Can na porta de seu prédio.  Ele hoje estava com os cabelos soltos e molhados, com óculos escuros e um perfume que... "Alah me proteja", pensou ela.  Para não perder muito tempo, Demet levou para casa em sua bolsa, o figurino que usaria no dia seguinte. Um macaquinho curto e preto. – Essa é a roupa que você disse que trouxe? – É sim. – Eles acertam em cheio com você. Tudo te cai bem. – Achei um pouco curto. Can a olha e diz um tanto enciumado. – Eu também achei. Demet olha novamente em sua direção. – Você também achou? – Também achei curto, Demet. Demet mais uma vez muda o assunto, pois sabe que eles estão começando a sentir ciúmes um do outro, numa velocidade, jamais esperada por ambos. – Estava lendo ontem à noite e hoje as cenas serão bastante engraçadas. – Tem uma que nos faremos na moto. – Verdade. Não gostei muito. – Por que, posso saber? – Assim como a Sanem eu tenho medo de moto. – Não se preocupe, eu vou dirigir devagar. Can chega estaciona e em seguida segue para mudar sua roupa.  Enquanto isso Demet interage com os personagens que fazem seus pais e sua irmã.  Can chega e o diretor dá ordem a Gül que inicia a cena da selfies, com Can e Samia na entrada da agência. Cena essa que descontrai os dois, por ser bastante engraçada.  Logo a seguir, eles sabem que ficarão bem próximos na sala, onde  Can  cuidará do  joelho machucado de Samia, ferido na queda do muro, da mansão. Diretor – Can, já pode buscar a medicação. Can levanta e Samia tenta fugir. Ele volta e ela retorna. Samia senta de frente a Can, que não resiste, ao olhar aquelas belas pernas, em sua frente.  O macaquinho era curto propositalmente, para que ele pudesse passar o remédio.  Samia e Can se olham, ela sente arder e ele assopra o seu joelho. Nessa hora é Demet quem faz um tremendo esforço, para não beijar aquele biquinho lindo que Can faz, na hora que assopra seu joelho. Samia levanta e esquece o papel, com a lista dos possíveis Albatrozes, que estavam na festa. Can pega a lista e ela tenta tomar de volta. O corpo de Samia toca o de Can novamente. Uma faísca sai do meio deles, como se fossem duas pedras sendo esfregadas na mata, para obter fogo.  Ele a indaga sobre ela estar procurando o Albatroz, já que ela era noiva.  Mais explicações acontecem até que finalmente chega, à tão esperada cena da moto.  Can aguarda por Samia na porta da agência, para que possa ir à empresa de Rais (amigo de Can), fazer escondido um projeto, que ele levará a uma empresa, assim que amanhecer.  Quando Sanem chega, depara-se com ele sentado na moto.  Can estende a mão para ela e ela dá sua mão para ele.  Bastou esse toque para que ambos sentissem vontade louca de beijar-se ali mesmo.  Samia sobe na moto atrás dele e para piorar a situação do rapaz, ela encosta seus s***s, nas suas costas.  Tudo que Can, não precisava agora, era sentir vontade de levá-la para cama. Can - Graças a Alah, o trajeto foi curto e a volta de Samia para casa, não se dará da mesma maneira. Pensou Can com seus botões. Já Demet, havia amado estar abraçada a ele, mesmo que tenha sido por pouco tempo. - Foi bom demais, estar assim com ele. (pensou) Seus pensamentos foram cortados pela gravação que demorou bastante dessa vez. Os atores estavam tensos. O trabalho teve que ser feito a luz de velas como estava exigindo a cena.  Mas correu tudo bem e Samia voltou de carro com a equipe, pois venta muito a tarde e a noite naquele bairro e ela ficaria congelada no transito, por conta da roupa que estava usando.  Ao se despedir dela,  Can foi logo avisando. – Te apanho amanhã as 08h30min. – Estarei pronta. O telefone de Can toca e é sua mãe saudosa. – Fala mãe. – Oi meu filho lindo! Mamãe está com saudades. – Também mãe. Talvez no final de semana, eu vá até a senhora. – Tá bom meu filho. Can, estou apaixonada por Demet. Vocês são lindos! A série é maior sucesso. A imprensa não fala em outra coisa. Can sorri, mas resolve não comentar com sua mãe por telefone, o que está acontecendo entre ele e Demet.  Pessoalmente ele escutará seus conselhos tão preciosos e certamente  ela o incentivará, mas ele está cansado demais, para entrar no assunto agora. Sua mãe desliga, Can entra no banho.  Cansado Can e Demet adormecem pensando um no outro. O dia amanhece e Demet vê o recado que Can acabara de lhe enviar. – Günaydin linda. Cheguei. Demet sorri e desce ao encontro dele que estava sentado dentro do carro.  Ela se aproxima da janela e dá um beijo de bom dia em Can.  Can abre a porta pelo lado de dentro, para Demet entrar.  No trajeto conversam sobre o sucesso da novela e sobre a cena que gravarão daqui a pouco.  De volta a agência "Gübre Fikir", Sanem faz um cartaz e pendura no pescoço.  Como seu papel é de uma garota estabanada, adivinha com quem ela se chocou, por não estar olhando para frente?  Isso mesmo, com Can e ficaram dessa vez bem próximos, de darem um beijo de amor.  Isso em ambas as situações (série e vida real) Samia tentou ainda esconder o cartaz, mas Can esperto, fez com que ela olhasse na direção de Ceyhu e tirou o cartaz das mãos dela.  Cena bastante engraçada. Que termina com Can colocando o cartaz: "Eu me chamo Samia" no esqueleto da agência.  Partem então para mansão onde gravarão a última cena do dia.  Dessa vez Can vai de carro com Demet, Ceyhu, Gül. Demet vai atrás conversando com Gül.  Apesar de Can discordar, preferiu não falar nada, quando Ceyhu se dirigiu ao banco da frente.  Can não quer que os seus colegas, percebam seu interesse por Demet.  Já na mansão que fica um pouco mais distante, Can observa Sanem dançando e isso para ele é um alívio, já que tudo que ele quer, é olhá-la o tempo inteiro.  A festa acontece no jardim, Samia de blusa branca e short curto.  Emin, faz sinal e Samia o acompanha até a beira da piscina.  Ocorre uma discussão entre eles e Samia estabanada cai na água. Emre sugeri que ela vá secar-se.  Can por estar a bastante tempo no churrasco, também se sente incomodado com o cheiro e vai tomar um banho e trocar de blusa.  Samia somente com sua blusa sobre o corpo, se esconde de Can, que na altura do campeonato, já tirou a camisa exibindo o belíssimo físico.  A secadora apita, Can sai do banheiro e chama por ela. – Samia. Ela para, ao seu chamado, pois percebe que foi descoberta. Frente a frente Can percebe, que Samia está quase nua, com sua blusa sobre o corpo. Can pergunta a ela o que faz ali, ambos se aproximam numa cena sensual, onde Can busca forças onde não tem, para resisti-la, já que está praticamente nua em sua frente.  Yanki pensa em disco voador, coelhos da páscoa, até papai Noel, para desviar o pensamento pecaminoso que está invadindo sua mente agora. Demet não faz idéia do tamanho do desejo, que ele está de possuí-la naquele quarto.  Ela olha para o peito desnudo de Can, morde os lábios e segura sua vontade de agarrá-lo, como uma leoa no cio. Diretor – Corta! Can sai do quarto para que ela possa se trocar e a espera no estacionamento. – Vamos comer? – Onde está todo mundo? – Já foram. Falta você. – Fiz como você, aproveitei o banheiro e tomei um banho. Tirar o cheiro do churrasco, me fez muito bem. Can e ela entram no carro e dessa vez ele olha pra ela e diz. – Você sabe o que está acontecendo, não sabe? – Can, eu... – Está com medo. – Bastante. – Você quer um tempo pra pensar? – Evet (sim) – Não demora a me dar uma resposta. Tá bom? - Tá bom. Can liga o carro e vão jantar. Conversam animadamente, ele sempre olhando para os lábios dela, quando ela fala. Já na porta do prédio, Can resolve abrir sinceramente seu coração. – Estou apaixonado por você, Demet. Demet sente seus olhos encherem d'água e passa a mão no rosto dele, que a cheira e beija ao mesmo tempo. – Eu também Can, estou apaixonada por você. Can abre um sorriso, pois não estava acreditando que a mulher que escolheu para amar, estava sentindo o mesmo que ele.
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