"Demet, você é linda".

1583 Words
Quase com o dia clareando, Demet acorda e percebe que dormiu no sofá. Levanta, vai ao banheiro e segue para sua cama macia, já que ainda faltam duas horas para que possa levantar. Can acorda às 7 horas em ponto, senta na cama e imagina como não será o seu dia, ao lado dela. Ontem foi seu primeiro beijo em Demet. Ele sabia que o desejo havia aumentado e que teria que tomar cuidado. Uma menina mulher, assim ele a via. Apesar de saber que Demet já tinha bastante experiência com ele seria a primeira vez. Mas o que é isso? Estava pensando em possuí-la outra vez? Não Can! Demet era proibida a você. Sete e meia e o relógio toca, fazendo Demet levantar correndo para o chuveiro. Café? Não! Chá turco com torradas era o bastante. Pia do banheiro, escova e pasta de dente são colocadas de novo no lugar. Ela verifica se seus dentes estão limpos e sai do banheiro. Na sala se recorda dele de terno lindo e ela com vestido prêto decotado expondo os s***s. Can já saiu de casa, mas deixou uma nova mensagem. – É dele. (sorri) – Günaydin Demet. A caminho da nova jornada do dia. Espero que tenha tido uma excelente noite de sono. Vejo-te já já. Beijos Can. – Günaydin Can. Acabei de tomar café. Também estou saindo. Já nos veremos. Beijos Demet. A gravação com outros atores já teve início. Demet e Can chegam e se vêem. Ambos sentem o coração acelerar. Can esquece tudo que havia dito para si mesmo. Não tinha como manter distância dela. – Chegamos praticamente juntos. – Verdade. E já vamos gravar. Diretor – Vou chamar vocês todos a partir de hoje, pelo nome do personagem para ficar mais prático, na hora de gravar. Vamos começar por você Samia, Ceyhu e Gül. A cena inicia-se onde Samia fala de Can e ele chega atrás dela, fazendo sinal para Ceyhu e Gül não falarem nada. Demet estica o dedo na direção de Can e ele olha fixamente, com vontade de enchê-lo de beijos. Can contém seu desejo e conforme estava no roteiro fica de frente a Samia e pergunta seu nome. – Qual o seu nome? – Samia. – Samia? – Meu nome é Samia. Can fica olhando em seus olhos por alguns instantes. Que oportunidade esplendida de observar cada detalhe do seu rosto. Seus olhos castanhos amendoados. Sua pele branca e macia, quase sem nenhuma maquiagem. Tão linda ela estava! Bem que podia ter mais beijos hoje. Demet hoje estava de amarelo e calça Jean e com a b***a empinada. Can pode observar porque estava atrás dela. Nossa que corpo tinha essa mulher! Ele não consegue afastar os pensamentos. – Linda! Eu a quero pra mim. Os pensamentos também dominavam Demet. – Lindo! Como eu queria beijá-lo outra vez...tocar em sua barba. Diretor – Corta! Ficou ótimo! Can e Samia partem para sala de reuniões onde Can pede um chá e não tem chá. Samia também reclama que queria e a gravação continua, durante o dia. Pausa para o almoço, que é servido para os atores. Samia senta e Can chegar e senta ao seu lado no refeitório, seguido por Ceyhu e Gül. – Foi ótima a sua cena botando o dedo na cara do Can. (riem) Afirma Ceyhu. – Depois que almoçarmos irei assisti-la. Diz Demet. – Iremos juntos. Can é categórico. – Nossa Can, você come muito. (riem) – Não faço dieta Gül. Apenas malho. – Demet come pouco. – Acostumei assim Gül. Só manero nos doces, para não engordar. – Eu também Demet manero nos doces. Gül diz olhando para seu corpo. – Mulheres e os doces. – Eu também sou viciado em doces Alp. Isso não é só um privilégio das mulheres. Como chocolates todos os dias. É meu vício. – Mesmo? Demet o olha e Can corrige o que disse – Quis dizer que sou um chocólatra assumido. Gül termina e levanta para pegar a sobremesa. Demet e Can se olham. – Agora virá a cena em que deixo cair às pastas na sua sala. – Hoje ainda filmaremos na mansão que moro. – Eu sei. Vou lá roubar a pasta. Ambos riem porque Demet terá que entrar na mansão para roubar a pasta vermelha a mando de Emin. Os quatro conversam animadamente sobre as cenas que sucederão, sem perceber que a hora não passou e sim voou. Contra regra – Gravamos em 15 min. – Tempo somente para um banheiro e escovar os dentes. Can olha para Demet, pois percebe o cuidado que ela tem com aquele sorriso maravilhoso. Ela sabe que possui uma arma eficaz contra os homens e que quando resolve usá-la, deixa-os de joelho aos seus pés. A gravação novamente tem início. Agora Samia e Can se encontram por diversas vezes em cenas. Chegou finalmente o momento em que Can a encontrará em sua casa e puxará seu braço. – O que faz aqui? Can pergunta Sanem, que se assusta e esconde atrás das costas a pasta vermelha, que Emin mandou que pegasse. Imediatamente o faro do "Albatroz" aguça os sentidos de Can. – Esse cheiro? Can puxa Samia mais para perto, onde suas respirações podem ser sentidas uma pelo outro. Samia e Can se olham, ela com olhar de menina, que acaba de fazer uma travessura e ele fixamente para sua boca. – Eu já senti esse cheiro. Can pensa e manda que ela espere, enquanto abaixa o som. Samia se desfaz da pasta colocando-a numa jarra na sala. São inúmeras explicações que ela dá para ele, até chegarem ao quarto, onde o terno de Emin se encontra pendurado. Can pega no bolso o anel que nem mesmo Samia sabia que tinha. Apenas sua memória fotográfica tinha visto Emin guardar algo. Mas não o anel. – Você é noiva Samia? Can imediatamente ao pegar aquele anel, imagina se comprometendo com Demet. Numa reunião pequena de família. Onde ele colocaria um anel de compromisso em sua mão direita. Lá estava ele novamente, pensando nela. Qual seriam suas chances, Can Yanki? Você se acha irresistível a essa ponto? Você pode não ser o tipo dela. E se ela já tiver gostando de outro cara? Por isso acabou o namoro com aquele i*****l. Essas e outras perguntas circulavam na sua mente. Demet por outro lado ao ficar frente a frente com Can, resistiu à tentação de puxá-lo pela barba e tacar-lhe um beijo. – Ai que homem lindo Alah! Ajuda-me, eu não vou resisti-lo por muito tempo. Diretor – Corta. Ficou ótimo. Aliás, desde ontem estou apostando nessa sintonia de você com Demet, Can. Por hoje é só. O diretor e toda a equipe se dispersam, mas Can vai na direção de Demet e a convida para sair. – Você está cansada? – Não tanto como ontem. – Vamos dar umas voltas e conversarmos sobre o sucesso que foi o primeiro capítulo ontem? Depois te deixo em casa. – Vamos. Troco a roupa rapidinho. – Te espero na porta do estacionamento, tá bom? – Tá bom. Ela entra na sua rolete e não acredita no convite que acaba de receber de Can. Alegria tomou conta de todo o seu ser. Ele estava tentando se aproximar dela. Ela podia sentir isso. Mas o que faria? Aceitaria seu cortejo? Acho melhor ser um pouco mais difícil, afinal nada fácil tem valor. Isso! Ela não cederia aos seus encantos assim. Se realmente Can Yanki a quisesse, teria que provar para ela, que valeria a pena um novo relacionamento. Eles já iriam para seu terceiro capítulo e Can já estava muito apaixonado, disso ele não tinha dúvidas. Mas e aí? Diria a ela? Não era cedo demais? E se ela o rejeitasse? Alah, Alah! Que situação eu estava. Com as outras mulheres que Can se envolvera, não tinha acontecido dessa maneira. Ele estava parecendo um colegial. Que se apaixona pela primeira vez. Can espera por ela encostado ao seu carro. Ela chega, ele a olha de cima embaixo e abre a porta para que ela possa entrar. – Demorei? – Não querida! Também cheguei agora. Demet sente o coração sair pela boca. Ele a tinha chamado de querida. Estou parecendo uma menina boba e apaixonada. Se ele perceber isso? Can quebra o silêncio. – Vou te levar a um lugar aqui em Istambul, que vou sempre. – Tá bom. Can leva Demet a um restaurante que tem vista para a Costa. É final de tarde e eles podem ver o sol se por. Após comerem, levantam e encostam reservadamente na grade que dá para vista. Pássaros cantam, gaivotas sobrevoam o mar e Demet suspira. – Vejo que você gostou daqui. – Amei. – Prometo trazê-la sempre. Ele sorri e passa mão em seu rosto. – Can... – Demet, você é linda! Ela sorri para Can, que em seus pensamentos está com medo do que estou sentindo. – Vamos? Ela ia saindo, mas Can puxa-a até si e pensa: – Não fuja, como fará a Samia nas cenas. Por alguns instantes Can, encosta seu corpo no dela, que pode sentir através do contato, o corpo de Can, dando sinal de desejo. – De fato preciso ir. Combinei com minha mãe. Can resolve não revelar a ela naquele momento o que estava sentindo, mas sabia que ela também o queria e que talvez estivesse com medo. Aquele encontro do seu corpo no dele, havia o deixado aceso e ela sentiu suas entranhas, arderem de paixão por ele.
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