Bárbara . . . Senti os meus pelos se arrepiarem quando o seu hálito quente tocou a minha nuca. Seus dedos deslizaram suavemente por toda a extensão do meu braço, desde o pulso até pararem no meu ombro, puxando a alça do vestido pra baixo. Coloquei as mãos em frente ao meu peito, mantendo o vestido no lugar. Eu não queria ficar pelada, mas me sentia tão tentada a dizer sim pra qualquer coisa que ele pudesse me pedir, que era até difícil lembrar como se falava um "não". Ele me chamou: Bárbara. A voz, que sempre era tão devota de carinho ou deboche — na mesma proporção — estava rouca, e fez com que escapasse um gemido baixo da minha boca só de ouvi-la. Suas mãos apertaram o meu quadril, me mantendo de costas pra ele, e chocou nossos corpos com tanta força e brutalidade que eu quase caí co

