Filipe . . . Saí do corredor arrastando a Ravena pelos cabelos, e ouvi os caras vindo atrás de mim. Qualquer pessoa que aparecia na nossa frente tinha quatro armas apontadas pra cabeça e fazia questão de sair no sapatinho, quase correndo. Cheguei no escritório, colocando o terror e mandando todo mundo vazar daquele c****e. Eu tinha um plano, e não tinha como dar errado. Não podia dar errado. Era f**a, a Alana só tinha que aguentar por um tempo. Só mais um tempo. Até a gente conseguir virar o jogo. Quando todo mundo saiu da sala de computação do hospital, eu empurrei a Ravena pra sentar em uma das cadeiras, e o D2 já foi direto amarrando a garota com cordas e fitas. Eu me sentei também, porque tava todo costurado e fodido. Tubarão: Faz a tua mágica – falei, encarando o meu irmão. Ele

