Alana . . . Eu sabia que era o Grego que estava ao meu lado porque ouvi a voz dele chamando pelo vulgo do Filipe, mas eu realmente estava muito fraca e não conseguia me manter de pé ou de olhos abertos. Os choques tinham acabado, o cheiro daquela sala nojenta tinha sumido e o gosto r**m do sangue na minha boca tinha amenizado. Mas eu já tinha desistido. Não sentia mais vontade de lutar contra, de lutar pra ficar viva. Se pra fazer a dor passar eu precisasse morrer, então que acontecesse. Não aguentaria mais uma sessão de choques. Até porque, mesmo bem longe daquela máquina, minha pele ainda formigava, me dando leves sensações de que a tortura ainda não havia acabado. Grego: Alana? – ouvi a voz dele me chamando mais uma vez. E novamente eu não consegui responder. Nem me mover eu conseg

