Bárbara . . Me aproximei da casa, buscando algum barulho ou movimento suspeito, mas tudo parecia calmo e muito silencioso. Tentei não fazer nenhum barulho, nem Sombra, nem vlto. Todos os meus passOs eram lentos e calculados, e mesmo sem fazer muito esforço, até a minha respiração estava ofegante por conta do nervosismo. Meus dedos tremiam, mas eu segurava aquela arma nas mãos como se fosse a minha única salvação. E talvez fosse. Era a minha única forma de defesa, já que eu não tinha nada, não tinha ninguém, e nem se quer fui treinada pra algo desse tipo. E mesmo com a sensação inerente de perigo, a adrenalina que me consumia era a melhor sensação que eu já tive em toda minha vida. Uma mistura estranha, horas eu ansiava por medo, horas eu queria entrar naquela p***a atiran

