Canalha . . . O Daniel não fez muita questão, ele só ficou no canto da sala, de braços cruzados, quando o Tubarão pediu a minha ajuda, sabendo que eu curtia pra c*****o papo de tortura. E a gente quebrou o velho todinho na porrada. A Alana ficou do lado do irmão, só olhando, durante o tempo todo. Eu via o Filipe encarando eles às vezes, como quem pedia pra continuar, mas eu tava cego, pô. Nem conseguiria parar se ele me pedisse. Minha gostosa tava sentada na cadeira, com os braços cruzados e expressão curiosa na cara. De vez em quando, ela soltava uma risadinha, e era a única parada que me fazia ter vontade de largar tudo, só pra ir beijar a boca dela. O Tubarão me empurrou, quando viu que o velho já estava quase apagando, e só aí eu parei de bater. O meu sogrão pegou uma faca na mão,

