Filipe . . . Senti o cano da arma na minha cintura e estreitei os olhos pra ela. Alana: Tira as suas mãos de mim. Tubarão: Vai atirar? — provoquei. — Atira. Alana: Filipe... — ela respirou fundo, dizendo meu nome. — Não brinca com a sorte. Tubarão: Quem tá brincando é tu, minha parceira. Tá achando o quê, pra ficar falando merda na minha cara? — soltei ela. — Parada que me deixa boladão é esse papo da Fabiana. Tu tá ligada, não devia nem estar tocando no assunto. Ela riu. Alana: Tem tanta coisa que eu não devia estar fazendo... — ela tirou a arma da minha cintura e colocou por dentro da saia — Inclusive debater com você uma parada sem fundamento. Não tem porquê. Você não vai mudar. Tubarão: Eu tenho que mudar no quê? Fala aí. — me encostei na parede, cruzando os braços. Alana: Não

