Filipe... A Alana tava deitada, toda encolhida no meu colo, quando eu acordei do cochilo que tinha conseguido tirar. Ela ainda dormia, na maior paz. Carinha de criança desgraçada. Dei uma mordida na bochecha dela, um pouco embaixo do piercing que ela tinha, e ela meteu a mão na minha cara, sem força nenhuma, tentando afastar o meu rosto. Alana: Me deixa! – resmungou, de olhos fechados. Tubarão: Eu tenho que vazar. Alana: Tchau. Tubarão: Vou te deixar em casa, levanta. Alana: Que horas são? – perguntou, abrindo os olhos devagar. Tubarão: Cinco. A criança bufou e se levantou toda tonta, m*l conseguindo se manter em pé. Alana: Nunca mais me acorda de madrugada pra treinar, tá? Tubarão: Vou fazer quando achar que precisa. Alana: Caraca, você é muito chato. Ela deu um passo pra fre

