Angel Collins
Sai do quarto depois de ajudar Gaby, ela ficou com marcas, ele descontou na minha melhor amiga. Ele realmente não tem medo de machucar as pessoas.
Luka veio em nossa direção assim que viu nosso estado, acho que não tinha como não notar.
— O que aconteceu com vocês?
— Tivemos um pequeno acidente Luka, leva a Gaby embora?
— E você Angel? — Gaby me encarou confusa.
— Vou ficar bem, não se preocupe. Vou para o meu quarto, a festa já deu pra mim. — expliquei sorrindo amarelo.
— Não quer que eu fique bebê?
Luka sorriu sedutor, o encarei debochada.
— Você não faz meu tipo, só amigos.
— Tem certeza Angel? Não quer que Luka fique com você?
— Não se preocupe, Gaby obrigado por tudo. Luka cuida dela! — abracei minha melhor amiga que retribuiu com muita força.
Luka saiu com ela me deixando aliviada, aproveitei e fui para o meu quarto. Conhecendo Bruce essa festa vai durar o dia todo.
Tranquei a porta com a chave, não confiava em ninguém. Só em Russel, mas ele é amigo do Bruce então sempre tinha aquela dúvida.
Peguei minhas roupas, organizando no closet que estava uma verdadeira bagunça. Meu celular tocou aparecendo s foto da minha mãe na tela.
— Oi mamãe.
— Filha sua avó está muito m*l, você se dá conta de tudo ai?
Peguei o celular apertando com força, Abigail não estava e agora minha mãe.
Estou definitivamente sozinha.
— Não há problema algum mãe, sei quais comidas os garotos gostam.
— Fico tranquila, a Beth vai te ajudar em tudo, ela vai ficar com a parte mais pesada.
— Tudo bem se cuida mãe, um beijo para a vovó.
— Outro beijo meu amor. — sorri desligando o aparelho e jogando na cama.
Mais problemas é mais problemas..
Às onze horas a mansão estava vazia, estranhei mas tinha que ir à cozinha para comer alguma coisa. Dormi durante esse tempo, precisava colocar a cabeça em ordem.
Ariel e eu ficamos cara a cara na mesa, a ignorei e comecei a preparar meu sanduíche.
— Angel.. podemos falar?
A encarei surpresa, mas decidi escutar o que ela tem agora para dizer.
— Sim, o que foi?
— Queria pedir desculpas, não sabia que Bruce trata você assim! Jamais passou pela minha cabeça..
— Entendo, você deve tratar muito bem, né? — sorri divertida.
— Bruce e eu já transamos algumas vezes, mas ele nunca foi carinhoso, só que me marcar assim como ele faz com você nunca.
— Ele adora ver meu sofrimento, só espero que agora você pare de ter raiva de mim.
— Não se preocupe, olha, quero que você e eu tenhamos uma boa relação. Podermos recomeçar do zero?
— Tudo bem Ariel, só que isso fica entre nós.
— Pode deixar.
Ariel ficou na sala e eu também, estava tentando me manter forte, porém como? Sendo que estava literalmente sozinha.
— E o Erick e você?
— Apenas nós nos beijamos. Ele parece que quer ir mais além, só que isso não me agrada muito.
— Por que? Isso pode te ajudar a esquecer o..
— Bruce quase matou minha amiga e a mim por conta disso. Ele é doente, não sei o que se passa com ele, estou apreensiva Ariel..
— Vou resumir o que você representa. — suspirou pesadamente.
A encarei atenciosamente.
— Diz.
— Você não passa de uma gostosa para o Bruce e os garotos. Quando você passa com seus amigos, eles comentam o que queriam fazer com você.
Neguei debochada.
— O meu corpo ganha mais valor do que a minha pessoa. O que adianta ser bonita e ser usada? — fechei os olhos com força.
— Você é muito bonita de verdade. Não merece isso, sinceramente..
— Boa noite garotas.
Russel sorriu divertido, pela cara estava bêbado, vários chupões em seu pescoço.
— Pela sua cara se divertiu.
— E o resto? — Ariel perguntou estranhando.
Bruce surgiu com um cigarro na boca, quando nossos olhares se encontraram senti um arrepio por todo meu corpo.
— Angel e a sua amiga? Foi no hospital? — debochou rindo.
— Ela está bem, cuidado porque você pode ser denunciado, não cansa de bater em mulher?
Na cozinha, Beth deixou uma pilha de louças para lavar. Comecei a lavar para ir deitar, estava morrendo de sono com dores no corpo.
Senti uma coisa gelada na minha nuca, depois indo para o pescoço. Seu hálito na minha orelha, Bruce segurava uma arma.
— Não me diga que sua mamãe deixou você sozinha? — riu diabólico.
— Minha avó está doente, Beth está no lugar dela.
— Só ando ganhando notícias maravilhosas! Você está sozinha aqui comigo.. — me virou a força.
— Pelo contrário, seus amigos estão aí. — engoli em seco.
— Eles não passam pelas minhas ordens v***a. Vai fugir como agora? Não tem ninguém para salvar você.
O empurrei em vão.
— Me deixa.
— Temos coisas a acertar na cama mas se bem que quero mais que isso, quero me divertir ao extremo. — me colocou na parede com a arma na veia do meu pescoço.
— Por favor ..
— Por favor? — riu debochado. — Você deve agir como v***a, gemendo meu nome na cama.
Iria falar com ele quando o telefone tocou, consegui atender por um milagre.
— Alô?
— Você e parente de Lola Collins?
— É a minha mãe por que?— coloquei a mão no peito.
— Infelizmente, o ônibus que ela estava tombou e pegou fogo, lamento muito senhorita mas não sobrou nada dela.
Deixei o telefone cair aos meus pés.
— O que houve v***a?
Bruce me balançou sem entender nada.
— A ... minha mãe morreu... — não conseguia dizer nada direito.
Comecei a chorar desesperadamente, fui para o meu quarto e deitei na cama que era dela. Chorei sobre seu travesseiro, estou sozinha.
— Mamãe.. por que?
— Lamento muito. — Ariel apareceu me dando um abraço apertado.
— Estou sem ninguém, meu mundo caiu.
— Você precisa ter coragem para enfrentar. O Bruce mandou vir te chamar ele está no quarto dele.
A olhei confusa.
Bruce me chamando?
— O que você quer? — minha voz saiu num sussurro.
Ele estava apenas com uma box preta, ao me ver se levantou rapidamente de sua cama.
— Você precisa beber e fumar um pouco Angel. Aceite meu conselho.
Apontou para a mesa, ele acendeu o cigarro e me entregou, não pensei duas vezes e comecei a fumar. Depois estava já totalmente bêbada.
— Vou para o meu quarto. — levantei com a mão na cabeça.
— Você não sai daqui hoje v***a.
Cai na cama com ele aos beijos, o abracei com as pernas o envolvendo com as mãos em sua nuca. Sentia uma vontade de estar em seus braços, o homem que está na minha mente e coração.
Ele mordeu minha boca com força descendo beijos para o meu pescoço, colo, ele se livrou da minha blusa revelando meu sutiã rosa.
Ele se livrou do mesmo, indo aos meus s***s, em um ele abocanhou com força enquanto o outro apertava com a mão. Mordi os lábios sentindo um calor percorrer meu corpo todo..
— Bruce..
— Geme pra mim. Deixa essa face de garotinha no passado. Use o cérebro e seja uma boa vadia.. — susurrou em minha orelha.
Ele tem razão, o que ganho sendo uma boa garota?
Acabei de perder minha mãe, não tinha mais porque ser uma garota boazinha. Não da mais..
— Sim. — assenti certa.
O deixei sentado na cama, ataquei seu pescoço com beijos, mordidas. Sorri em ver ele gemer coisas sacanas, tirei sua cueca abocanhando seu m****o, ele puxou meus cabelos com força.
— Gostosa.. Ah v***a!!
Não terminei o trabalho, decidi ver o que ele vai fazer.
Bruce me fez sentar em seu m****o, comecei lentamente e depois deixei o ritmo gostoso para nós dois. Ele apertou meus s***s, dando um tapa na minha b***a.
— Ahhhh
Pulava sobre seu m****o, sentindo ele afundar em mim cada vez mais. Bruce mordeu meu pescoço com tanta força.
Só lembro de fechar os olhos caindo em seus braços sem forças.
Bruce Davis
Ela caiu no sono estando no meu quarto. Aproveitei para verificar as marcas, estavam do jeito que gosto, pelo pescoço, barriga.
Sua boca vermelha, peguei meu celular tirando uma foto dela assim enviando para Erick. Quero ver com que cara essa v***a vai falar com ele.
— Ah Angel.. — gargalhei pegando em seu rosto.
Órfã sem ninguém, querendo ou não ela só tem essa casa. Mas Lola tem uma filha muito gostosa, é ela morreu não sabendo que a bebê dela é o meu brinquedinho.
— O que?? — ela despertou assustada.
— Toma a pílula, você bebeu demais ontem. Mas deu gostoso pra mim. — ela se levantou com aquele corpo maravilhoso.
Marcado por mim.
— Estou com dor de cabeça.
— Existe remédio, sai daqui. — antes dela sair beijei essa boca carnuda.
Angel Collins
As marcas estavam piores, meu pescoço na carne viva. Só que não iria com roupas compridas, iria com as minhas roupas curtas.
Quando cheguei na escola meus amigos me receberam com um abraço caloroso.
— Obrigada gente.
— Estamos com você amiga. Conta com o que precisar, não esqueça. — Gaby pegou em minha mão.
— Você vai melhorar anjo. — Luka me abraçou fortemente.
— Força Angel. — Arthur apertou minha bochecha.
Abri um pequeno sorriso.
— Amiga que marcas são essas?
Estávamos no vestiário, educação física tem um uniforme próprio.
Um mini short leggin preto e uma blusa que deixava os s***s bem vistos.
— Bebi com Bruce ontem. — sorri fraco.
— Não acredito! Você foi para a cama com ele? — negou irritada.
— O que tem? Eu fui, você sabe que amo ele. Só tenho ele agora no mundo Gaby. — forcei um sorriso.
Ela ficou e eu saí não gostando de como ela acha fácil desapegar dele. É o homem que eu amo com toda a minha alma.
— Que foto foi aquela?
Virei encontrando Erick.
— Foto? — em seu celular uma foto minha após uma transa..
— Não te mandei isso, juro que não..
— Você é uma delícia Angel Collins, essa foto só aumenta meu desejo em ficar com você. — sorriu malicioso.
— Pois sinto muito, não quero e não vou ter nada contigo.
Corri para o andar das salas queria ficar sozinha, quando virei o corredor alguém tapou minha boca com força.
— Vamos conversar.
— O que eu fiz?
O encarei raivosa.
Estava em uma sala vazia com ele, o mesmo estava com os olhos vermelhos.
Parece o demônio em pessoa.
— Quero mostrar quem manda aqui. — bateu minha cabeça na parede, fechei os olhos com força.
Ele pegou em meu rosto com as duas mãos.
— Bruce me deixa! Sai! — pedi angustiada.
— Não.
Ele me jogou sobre a mesa, deixei lágrimas caindo pela dor que ele mais uma vez causava.
— Se eu souber que você abriu as pernas para outro eu te arrebento, mato o infeliz na hora. Você agora não tem mais ninguém v***a, está sozinha!
— O que eu sou pra você? Adora me ver sofrendo!
Ele gargalhou alto.
— Você só serve para t*****r, é uma perfeita cachorra!
Bruce começou a me acariciar, fechei os olhos deixando ele a vontade.
— Quero você na última aula no sótão do colégio.
— Tenho outras coisas pendentes..
Ele tirou a arma do bolso colocando na minha boca subindo até a testa.
— Quer ficar sem amigos? Você vai começar a andar com a minha gangue, e sem nenhum pio. Sua função é ser apenas de um bandido só, eu c****a deliciosa.
Nós beijamos ferozmente, sorri entre o beijo.
Apenas sua c****a.
Angel
Durante as aulas tentei a todo custo prestar atenção, mas nada entrava na minha cabeça. As lembranças da minha mãe estavam me deixando pior ainda, não dá para aceitar isso.
— O que você tem?
— Estou me sentindo tão perdida Gaby. — a encarei sorrindo fraco.
— Você não pode ficar assim, se sua mãe se foi continue a viver por ela. Ela jamais iria querer ver você assim Angel.
Não consegui resistir, a abracei fortemente deixando algumas lágrimas grossas caírem.
— Dói tanto. A única coisa que se passa na minha cabeça é por que?
— Não fica assim, você tem amigos para contar na hora que precisar. Você é a minha melhor amiga, posso as vezes ser dura com você mas é porque não quero ver você sofrendo. — suspirei pesadamente.
— Obrigada por tudo, pelo apoio. Mas agora mais do que nunca preciso que vocês tenham paciência comigo e não virem as costas pra mim.
Ela piscou sem entender.
— O que foi Angel?
— Vou andar com o grupinho do Bruce fora da escola.
— Só espero que algum dia você consiga se livrar desse traste.
Na última aula estava no sótão a espera dele, aquele lugar é um horror, como Bruce descobriu algo assim? Ele parecia ter uma certa na manga para tudo.
— Pontual, gostei. — me encarou rindo.
— Bruce não estou com cabeça agora para provocações, diz logo, o que vamos fazer? — cruzei os braços o encarando séria.
Ele se aproximou ficando próximo de mim.
— O que foi? Saudades de apanhar? Quem faz as perguntas aqui sou eu v***a! — pegou em braço com força. — O que você vai começar a ver não se deve sair falando para todo mundo.
— Não se preocupe, não tenho interesse nisso. — sorri cínica.
— É bom que veja que você só é boa em apenas uma coisa. Mas mudando o assunto, e o Erick?
— Não quero saber dele. — desviei o olhar.
Bruce gargalhou alto, acendeu um cigarro soltando a fumaça no ar.
Depois das aulas, voltei para casa tomando um banho e comendo também. Pelo fim da tarde iríamos para um racha, uma corrida ilegal em estradas afastadas da cidade e do olhos da polícia.
Ariel iria ficar comigo, porque Bruce chegou cedo apenas para ir comer algumas vadias. Fui pegar uma boa bebida, não há estômago para isso.
— Sabe do que você precisa?
Encarei Ariel sem entender nada.
— O que?
— Aqui tem vários gatinhos, Angel não fica apenas apegada só Bruce. Se você começar a afastar ele agora vai ver que vai ser outra mulher. Acredite em mim.
— Não é tão fácil assim Ariel. Eu amo ele é o que sou? Um objeto! — rosnei irritada.
— Da mesma forma que ele te usa você pode usar ele também, fica com mais gente!
— Ele me ameaçou se abrir as pernas para alguém.. — sorri divertida.
— Você vai beijar não abrir as pernas. E se você for ele não tem moral nenhuma para falar nada, faça isso as escondidas? — sorri fazendo um brinde com ela.
Em parte ela tem razão.
A corrida havia começado, as vadias ficavam dançando atrás de atrair homens perto dos carros de som. Estava mexendo no celular quando sem querer esbarrei em um garoto.
Mas não era qualquer garoto.
— Dominic? — sorri surpresa.
Dominic Rafaello Ávila, conheci esse garoto desde pequena só que ele sumiu da escola e nunca mais tinha visto ele.
— Sabia que algum dia iria te encontrar Angel. — sorriu pegando minha mão.
— Aonde esteve?
— Tive que me mudar para Nova York por um tempo mas agora estou de volta às aulas, a Atlanta principalmente. — sorrimos juntos.
— Senti sua falta. Principalmente do meu amigo, que sempre quis cuidar de mim! — fiz bico.
Ele abriu um dos seus lindos sorrisos.
É uma pena que ele não seja o Bruce, Dominic tem os cabelos escuros, olhos azuis. É lindo, qualquer uma ficaria louca por ele, só que infelizmente meu coração está cego demais.
Começamos a conversar mais afastados da multidão, Dominic pegou duas bebidas maravilhosas que uma caiu muito bem.
— Você está mais linda do que nunca.
— Acho que o álcool subiu sua cabeça. — gargalhamos.
— Sabe que não, você é perfeita e pode ter o homem que quiser. Aproveitando não gostaria desse aqui a sua frente?
— Adoraria.
Ele me pegou pela nuca colando nossos lábios em um beijo lento que se logo ficou feroz, nossas línguas estavam em uma batalha por prazer.
Suas mãos bobas pelo meu corpo, abri os olhos querendo que esse aqui fosse Bruce, queria que ele fosse assim comigo.
— Tem como resistir a você? — gargalhamos.
Peguei em sua mão mas meu sorriso se fechou ao ver Bruce de longe, seus olhos castanhos deixaram meu coração a mi.
— Que beijo foi aquele com o gatinho?
Ariel sorria curiosa.
— Ele é um grande amigo que conhecia desde pequena, agora voltou para Atlanta.
— Já parou para pensar que ele pode ser a pessoa certa para você? — apertou os olhos para mim.
— Gostei de ficar com ele mas..
— Mas nada, ele é o alvo perfeito.
Na mansão, só queria saber de dormir e colocar as ideias em ordem. Estava tomando um copo de leite na cozinha quando as lembranças da noite do estupro começaram a voltar.
" Você é meu patrão."
" Cala a boca v***a!"
— Sou louco por pijamas vermelhos. — sua voz soou atrás de mim.
Continuei no mesmo lugar, sentindo suas mãos me prenderem a ele.
— Vai buscar outra Bruce, quero paz.
— Paz? — riu debochado pegando meus cabelos com força. — Isso não existe v***a, aproveitou bem a noite com Dominic?
— Ele é meu melhor amigo.
— Pouco interessa! O negócio é outro. — fiquei de costas para ele na mesa, suas mãos estavam na minha b***a, indo para as coxas. — v***a gostosa.
— Me deixa! — me afastei dele com uma força sobrenatural. — Já errei bastante indo ontem para a cama com você! Você não vai brincar comigo assim, fica bem longe de mim.
Avisei saindo dali com os olhos marrejados.
Entrei no quarto chorando mais, tamanha é a minha dor. Só Deus sabia como está meu coração.
Acordei vendo Bruce na minha cama, ele estava com uma arma na minha cara. Engoli em seco, não é possível ter paz.
— O que você quer Bruce?
— Quero saber o que aquele bosta colocou na sua mente? Tem noção das consequências por me ignorar v***a? Tem? — encostou minha cabeça na grade da cama.
— Você precisa de novas vítimas. Estou farta, apenas isso.
— Ah claro! Você que corre pra mim como uma cadelinha v***a! Entende uma coisinha, começa a me ignorar que vou fazer você derramar lágrimas de SANGUE! — ameaçou sorrindo diabólico.
Na escola estava usando uma calça jeans preta, com um cropedd branco. Nunca tinha sido observada por tantos garotos como estava sendo ali.
Me sentei com os meus amigos, cumprimentando cada um.
— Mais ela é uma delícia. — mostrei o dedo para Luka causando risos.
— Amiga que sorriso é esse?
— O que passa nessa cabecinha anjo? — Arthur sorriu me fazendo rir.
— Lembram do Dominic? Ele está de volta.
— Vamos comigo!
Gaby saiu me arrastando pela mão, os meninos ficaram com cara de tacho sem saber o que vamos falar.
— Dominic!
— Gaby você está muito bem. — sorrimos cúmplices.
— Não melhor que você, bom eu vejo os dois depois. — saiu dando uma piscadela.
— E você não vai mais me cumprimentar? — apertou os olhos para mim.
— Mais é claro. — fiquei na ponta dos pés, mas ele virou o rosto virando um beijo que estava lento com nossas mãos apenas em movimento, fazendo carinho em ambos.
Saímos para a sala de mãos dadas, me sentei na minha mesa pegando meu celular, ao abrir vi uma mensagem desconhecida.
" Arthur está na sala?"
Olhei e não o encontrei, pedi ao professor para ir ao banheiro e comecei a procurar ele pela escola. Fui para a quadra encontrando ele desmaiado com um corte na testa.
— Veio salvar seu amigo nerd?
Sorriu apagando o cigarro.
— Deixa ele em paz! QUAL É O SEU PROBLEMA? — ele pegou no meu braço com força me prensando contra a parede.
— Isso não foi nada, continue com seu show!
— Você quer o meu corpo? Fica com ele, não me importa, deixe os meus amigos longe disso. Isso é assunto nosso.
Avisei olhando em seus olhos.
— Muito bem v***a, não me ignore pela alma dos seus amiguinhos. Você me pertence.. — susurrou na minha orelha.
Apenas como um objeto.
— O que quer mais Bruce?
— O pacote completo, enquanto seu novo amigo se ilude você está colocando chifres no infeliz.— colocou sua mão na minha b***a a apertando.
O abracei pelo pescoço encontrando sua boca, ele me deitou na arquibancada ficando por cima. Sua boca foi direto ao meu pescoço, aonde ele mordeu.
Esses beijos são os que quero, essa é a boca que me deixa louca.
Bruce se sentou e eu fiquei no seu colo beijando sua boca carnuda, com uma mão ele pegava meus cabelos e a outra estava na minha b***a.
Quebrei o beijo mordendo seu pescoço, sentindo aquele perfume único que só ele tem.
Quando o sinal tocou me levantei ofegante, precisava voltar.
— Hoje vai ter uma nova festinha, se quiser leve seu amigo. Vai ser um prazer ele na nossa casa. — sorriu divertido. — Sorria Angel, ninguém vai se machucar por enquanto..
Arthur ficou na diretoria para tentar se lembrar do que ocorreu mas ele não se lembrou. Entrei na sala vendo Dominic que sorriu para mim.
Retribui o sorriso.
É errado enganar a mim mesma, quem amo é o Bruce, e ele quem quero.
Não conseguia pensar em ficar longe dele é algo que não posso, muitas pessoas podem se machucar.
É eu não vou permitir.
Antes eu, do que eles.