Então ela sai, o clique dos seus saltos batendo na madeira do chão, ecoam pelo quarto. Quando me viro para meu pai, seus olhos estão voltados para a porta avermelhados. Sinto Bogdan se mover para o meu lado. Ele se ajoelha diante da cama, ao lado de Otets e se inclina. — Este não é o fim, padre. Diz Bogdan. O nosso pai dá um tapinha gentil no seu rosto. Um gesto de ternura, mais do que qualquer outro que que ele já tenha feito antes. — Você. Ele diz com uma voz áspera. — Fique forte. E aceite... aceite a realidade, não uh... fuja dela. Ele então empurra o rosto de Bogdan num claro sinal de despedida. Repreendido, Bogdan dá um passo para o lado e permite que eu me aproxime um pouco mais. Eu não me ajoelho como Bogdan fez. Eu estou ao lado da cama do meu pai moribundo e olho para ele.

