— Eu também não confio nele. Eu interrompo. Eric assente. — A questão é, se o meu palpite estiver correto, e Andre sabe onde você está, então Maxim também sabe. Ele deixa escapar. Ele olha em volta como se esperasse que uma solução caísse do céu no nosso colo. Quando não cai, ele pega uma lata de Coca-Cola e um pacote de salgadinhos e vai até o caixa. Depois de pagar tudo, saímos do posto de gasolina pela porta lateral. O bairro é bastante suburbano. É longe o suficiente da cidade para ser pacífico, mas perto o suficiente para permitir que nos misturemos com a multidão. — O que fazemos agora? Eu pergunto. — Saímos daqui. Responde Eric. — Estamos muito perto de casa. Ele para em frente a uma rua larga ladeada por casas em ruínas. — Espere por mim aqui. Ele me diz Eu franzo a testa. —

